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Categoria - Outras histórias Ah, esses políticos Autor(a): Mario Lopomo - Conheça esse autor
História publicada em 29/01/2013

Certa ocasião meu amigo Carlos Andrade, final dos anos 1950, precisava de uma linha telefônica para sua pequena serralheria, na Vila Olímpia. Ficou sabendo que o lançador da prefeitura, Cantidio Nogueira Sampaio, dava um jeitinho na coisa. Para tanto era só escorregar uma grana que o telefone vinha da noite para o dia. A quantia solicitada foi dada e a ligação não vinha, toda vês que ele ia lá tinha uma desculpa. - “Sabe Andrade, a coisa é meio complicada, tem muita gente "mordendo" e é aí que a coisa complica”. Mais um dinheirinho era dado e o negocio ficava na mesma desculpa.

Um dia (1957) Carlos disse para o amigo Milton o que estava acontecendo e ele ficou bravo.
- “Carlos, justo para ele você foi dar dinheiro? É a mesma coisa que colocar cabrito para tomar conta da horta".
Não dá mais nada para ele! Se você quer um telefone te arrumo o mais rápido possível, não quero nada em troca. Vem amanhã aqui às 17h. Era o início do ano de 1958, digamos o primeiro trimestre. No dia seguinte lá foi o Andrade se encontrar com ele que o levou até o parque do Ibirapuera onde ficava o gabinete do prefeito, na época. Ao entrar no andar onde ficava o gabinete do prefeito, ele perguntou há um serviçal. O Ademar está? O barnabé riu e perguntou você quer dizer o doutor Ademar? Cara, ele está ou não?

Foi em frente e Ademar estava sozinho na sala desfolhando alguns documentos, quando ergueu a vista gritou:
- “Milton, por onde você anda? Estou te procurando faz tempo. Tenho um discurso para fazer sábado em Osasco e preciso "daquele seu improviso".
- “Está bom doutor, esse aqui é meu amigo Milton e ele está precisando de um telefone.”
Sem ler Ademar assinou o documento.

Milton escreveu três laudas de papel A4 e levou para o comício de Ademar e convidou Carlos para assistir o comício, chegando lá os últimos partidários de Ademar estavam terminando de falar. Ademar como sempre chegava à última hora, era uma estratégia para “ser visível aos olhos do povo”. Enquanto não chegava, o povo esperava, Milton pegou o microfone e começou a falar para "encher linguiça". Parecia que ele era o candidato. Quando Ademar chegou ouve um tremendo barulho de palmas, vivas, e a cantiga "Dotô Vardemar, Vardemar, dotô, Dotô Vardemar, Vardemar doto!” Os Ademaristas estavam todos emocionados, o mais de todos era seu Ângelo Parolo, o encanador da Vila Olímpia, aonde Ademar ia, ia atrás.

Bastante emocionado com seu Ângelo, pegava no meu ombro e dizia:
- “Mário, o Ademar é gente boa, é uma injustiça o que falam dele. O caso dos carros Chevrolet é coisa de politicagem, ainda bem que a justiça o inocentou.”
Jânio governava o estado de São Paulo e estava bem cotado pelo povo que achava que tinha feito uma boa administração e seu cartaz foi maior quando, no dia 18 de maio de 1957, foi assassinado o médico e deputado estadual por São Paulo, Gabriel Nogueira Quadros, pai do governador de São Paulo Jânio Quadros. Ele foi morto pelo vendedor de limões José Guerreiros, marido de Francisca Flores Guerreiros que era amante de Gabriel. O assassino foi solto dias depois, a pedido do governador, filho do assassinado, que afirmou que o comerciante teria apenas defendido "o seu lar e a sua honra”.

Na eleição para governador em 1958, Jânio Quadros que apoiava seu secretário da fazenda, Carlos Alberto de Carvalho Pinto. No comício na cidade de Osasco, Jânio foi o último a falar antes do candidato Carvalho Pinto. Depois de falar bastante com aquele seu linguajar diferente que encantava o povo, Jânio soltou a perola:
- "As faixinhas de Carvalho Pinto foram colocadas nas residências com ordem de seus moradores. Agora as faixas que estão escritas "Ele é Nosso" foram colocadas na calada da madrugada com pregos de cortiça.”

Aquela eleição de 1958 foi uma das melhores que eu tive notícia, foi também a primeira que votei, meu colégio eleitoral era a escola Mario de Andrade (Brooklin). Era um tempo que havia muita rivalidade entre janistas e ademarista, tudo numa boa, sem ofensas e muita gozação. Jânio era chamado de “louco, zoiudo, sujo e caspento”, “seu paletó estava sempre com coisinhas brancas nos ombros" diziam os adversários. Ademar não passava daquele "ladrão inveterado" na boca dos que não gostavam dele. Cada qual tinha suas características. Ademar começava seu discurso dizendo:
- "Meus caros patrícios e minhas caras patrícias".
Jânio por sua vez iniciava com:
- “Euuuuuuuu!”

Para muita gente os dois candidatos eram da sociedade abastada, Ademar morava na Rua Albuquerque Lins, zona centro-oeste da cidade de São Paulo. Já Carvalho Pinto era considerado mais aristocrata, morava na Rua Veneza, Jardim Paulista. Tudo era motivo de comparação e motivo para discussão. Nos comícios havia sempre aquelas papagaiadas do pendurar saia. Ademar num discurso disse que em seus bolsos não tinha nada que fosse do governo. Um assistente gaiato gritou:
- "Trocou de calça antes de vir aqui, doutor?"
Já Jânio num discurso no Itaim Bibi, tirou um sanduíche de mortadela do bolso e começou a comer dizendo que até aquela hora não tinha comido nada. Alguém da plateia gritou;
- “Tudo bem, mas bebeu todas, né?”

Naquele ano de 1958 a eleição estava "bombando", só se falava de política, por incrível que pareça o povo tinha esquecido pelo menos momentaneamente do título de campeão do mundo, ganho dois meses antes na Suécia. Na Vila Olímpia parecia que todos iam votar no candidato apoiado por Jânio. A maioria das casas tinham pequenas faixas dizendo: “Vote Carvalho Pinto”. Ademar para não ficar atrás, mandou fazer faixas com letras garrafais: "Ademar é Nosso". O que deu chance de Jânio num dos últimos comícios de Carvalho Pinto dizer:
- "As faixinhas de Carvalho Pinto foram colocadas nas residências com ordem de seus moradores. Agora aquelas faixas que dizem ele é nosso, foram colocadas na calada da madrugada com pregos de cortiça."
Luiz açougueiro da Vila e Janista roxo um dia perguntou a meu pai:
- “Seu Ângelo será que a "gente ganhamos" essa eleição?”

No penúltimo dia de campanha, uma sexta-feira, os dois candidatos fariam o último comício. Carvalho Pinto em seu local de sempre, a Praça Roosevelt, atrás da igreja da Consolação. Ademar em seu local preferido, o centro da cidade, a Praça da Sé. Dois canais de televisão transmitiam os comícios ao vivo. O canal 5 TV Paulista transmitia os comícios de Carvalho Pinto. Já a TV Record os comícios de Ademar. O deputado federal, Emilio Carlos, janista roxo, apareceu na tela da TV Paulista rindo muito dizendo que a Praça Roosevelt estava lotada e a Praça da Sé tinha apenas uns gatos minguados.

Quando as urnas foram abertas o povo votou maciçamente em Carvalho Pinto, período 1959-1963 e depois de quatro anos, em 1962, tivemos novamente eleição para governador de São Paulo e aí Jânio Quadros manchado pela renúncia a presidente no ano anterior, concorria novamente a governador de São Paulo e mais uma vês com seu velho adversário doutor Ademar. Corroído pela renúncia, Jânio não foi páreo para Ademar, que venceu com folga. Quando foi decretada a vitória de Ademar, Jânio mandou um telegrama, nos seguintes termos: Doutor Ademar de Barros. Rua Albuquerque Lins 911. "Tradicional adversário de vossa senhoria felicito-o pela vitória, com votos de boa administração".

Ademar era mulherengo e em muitas ocasiões alguma de suas amantes telefonava para ele no gabinete. Certa ocasião ele recebeu o telefonema de uma delas quando ele estava recebendo alguém. Ao atender a ligação vendo que era uma de suas amantes, disse:
- “Boa tarde Dr. Rui, como vai?”
Ademar de Barros foi uma das maiores figuras da política brasileira, político como ele faz falta nos dias de hoje. Quando o gabinete do governador foi transferido para o palácio do Morumbi para ser uma faculdade da família Matarazzo e foi dado em troca de impostos devidos, todos os secretários assinaram o livro da inauguração, eis que aparece um retardatário e a caneta não estava mais a disposição. Ademar tirou sua caneta do bolso e advertiu o secretário:
- “Toma cuidado que essa caneta não é a do estado!"

Ademar foi um dos que trabalharam para a deposição de João Goulart por achar que o Brasil estava à beira do comunismo. A deposição de João Goulart estava para outra eleição para o lugar do presidente fugitivo de 31 de março de 1964, para tanto o presidente Castelo Branco se propunha a entregar o poder para um civil, como tinha sido a proposta de 1º de Abril de 1964, quando o poder foi assumido pelos militares. Porém pouca gente se tocou que 1º de Abril sempre foi o dia da mentira e só se tocaram quando veio um milico atrás do outro, e “aí a vaca já tinha ido para o brejo”.

O sucessor de Castelo Branco foi Costa e Silva chamado carinhosamente pelo povo de "Costinha". Ele tinha garantido que devolveria o poder a um civil, mas por uma embolia cerebral (que muita gente dizia ser embolia 45) ficou por um bom tempo de forma vegetativa e escondido da imprensa, muita gente especulando que ele já tinha morrido e estava embalsamado, até que resolveram mostra uma foto dele tirada de lado, parecia que por trás tinha um caibro segurando o corpo dele.

De 31 de agosto até 30 de dezembro de 1969 não se sabia ao certo como estava Costa e Silva. E pouco antes do fim do ano resolveram falar que ele tinha morrido. Aí estava interinamente Emilio Garrastazu Médici e foi depois eleito em definitivo pelo colégio eleitoral. Teve gente que não gostou e passou a ser do contra. Teve alguns momentos de terrorismo que o governo escondeu do povo, como o caso do atentado a bomba no aeroporto de Guararapes (Pernambuco) contra o presidente Médici, notícia que foi escondida do povo brasileiro, mas que circulou em toda a Europa. O filho de um amigo meu, que estava na Espanha, leu a notícia e repassou a seu pai aqui no Brasil. O pai dele trabalhava comigo.

Mas em 1970, quando o Brasil disputava a copa do mundo do México, o Brasil estava sob o Slogan do "Ame ou Deixe-o". A vitória do Brasil tinha uma importância muito grande para o governo, pois além do povo que era vidrado em futebol o presidente Médici era um verdadeiro "futebolino", depois dos 4a1 da decisão da copa do mundo, dando o título de campeão, ele se enrolou numa bandeira brasileira de tanta emoção.

Quando tudo voltou ao normal, as coisas ficavam escondidas, faltava praticamente tudo. Óleo comestível não se via em armazéns de secos e molhados e por onde tinha havia filas quilométricas em busca. Doenças graçavam e eram escondidas do povo, as emissoras de rádio e televisão e os jornais estavam impedidos de noticiar. A meningite estava matando muita gente, e em 1971, meu sobrinho era uma das vítimas e graças a Deus sobreviveu. Era apenas o início e depois a doença se espalhou de uma maneira que muita gente morreu, inclusive dois vizinhos meus. Até que não deu mais para esconder e foi feito um mutirão de vacinas com a participação de todas as empresas que abriram as portas para a vacinação em massa.

A ditadura estava caindo de podre e aí o governo já não era mais o do Ernesto Geisel, quem estava no poder era o presidente Figueiredo, filho de um revolucionário constitucionalista de 1932, disse que ia fazer do país uma democracia. Daí para frente a coisa ficou feia e bombas começaram a explodir, uma delas foi ao carro de um milico que morreu estraçalhado, depois foi a secretária da ABI, dona Lida, que ficou com as mãos feridas ao abrir a carta bomba. O presidente João Baptista Figueiredo que preferia ser chamado só de João Figueiredo, ficou tão cabreiro que pediu aos terroristas que jogassem a bomba em cima da cabeça dele.

Em Janeiro de 1984 nas festividades do aniversário da cidade de São Paulo, na Praça da Sé, apareceu uma faixa escrita: "eu quero votar para presidente" e a coisa se espalhou, era o que o Pmdb estava querendo, e “aí começou a pegar”, comícios estavam pipocando em vários lugares da cidade de São Paulo e se espalhou pelo Brasil todo. O locutor esportivo Osmar Santos, que tinha o programa Balance, na Rádio Excelsior que era apresentado por Juarez Soares e depois substituído por Fausto Silva, começou a espalhar de onde saiu os comícios das Diretas Já que foi encampada por várias emissoras de Rádio e TV, mas ignorada pela TV Globo.

A coisa foi pegando de tal maneira que várias vezes o povo se reunia com a reportagem de vários noticiosos mostrando o movimento, até que um dia a global Fernanda Montenegro, meteu a cara na frente das câmeras de outras emissoras e deu o grito. Atenção TV Globo, faça também o televisiamento do nosso movimento, daí para frente timidamente o jornal Nacional começou a mostras flashes dos comícios.

A emenda da volta da democracia foi aprovada por um número insuficiente de votos de parlamentares e tudo ficou na mesma. Foi uma maneira de enganar o povo de uma forma que nem todos eram contra a democracia. Franco Montoro que mais lutava para a volta da democracia, disse:
- “Não tem problema a luta continua!”
Mas, não se tinha muita certeza se aquilo não era da boca para fora.

Tudo estaria do jeito que os milicos queriam, mas, sempre tem um mas. O candidato do Governo Aureliano Chaves, tido como favorito absoluto para ganhar o lugar do presidente Figueiredo, não esperava que um intrometido (leia Paulo Maluf), entra-se na luta para a eleição indireta, e quando ele entra numa disputa é "para rachar". Carlos Zara, seu colega de colégio, disse que na eleição para presidente do colégio ele, Zara, era tido como favorito a vencer, mas quando seu colega de escola Paulo Maluf também se candidatou começou a comprar sanduíches e doces para os colegas, aí a vitória dele foi fácil. Só que no caso da eleição indireta pelo congresso, ele esbarrou numa cortina de ferro e em novembro ele já sabia que tinha perdido a eleição de 15 de janeiro de 1985. A conspiração era muito grande. "Já pensou um turco na presidência da republica" diziam seus opositores.

Maluf era o tipo Ademar de Barros, teimoso pra chuchu, não desistia nunca, entrava em todas as competições. E em 1988 ele se candidatou a prefeito da cidade de São Paulo e sua mãe dona Maria gastou os tubos para ele ganhar e pouco antes de terminar a eleição ela ficou muito doente e morreu sem saber que o filho tinha perdido para Luiza Erundina, aquela que parou as obras deixadas por Jânio Quadros e o buraco que era para ser o túnel que saia da Avenida Juscelino Kubitscheck para a Avenida Lineu de Paula Machado ficou sendo palco de peças teatrais de amadores.

A política estava um pouco desgastada e em 1990, veio a eleição para presidente da república, os candidatos de sempre tidos como candidatos profissionais estavam na luta. Leonel Brisola, Mário Covas e o novato Fernando Collor, "o caçador de marajás" de Alagoas. O povo optou pelo Fernando Collor, que teve os votos do mulherio por ser considerado bonito. Dois anos depois seu irmão, numa entrevista a revista Veja, disse que Fernando era um corrupto de marca maior. Mais do que depressa o deputado federal Eduardo Suplicy entrou com pedido de Impeachment, e aí começou a maior novela política dos anos 90 e quando chegou o dia D, a sessão que ia tirar Collor do poder foi empanada pelo assassinato da atriz da rede Globo, a filha da novelista Gloria Peres.

O caso Collor sai ou não sai, foi uma coisa de louco, muita discussão, gente contra e a favor. Uma passeata de estudantes na Avenida Paulista com o Slogan "Fora Collor", um radialista da Rádio Bandeirantes que falava de assuntos escolares estava emocionado por ver sua filha na passeata pela televisão. Minha filha também estudava lá no colégio Objetivo, pensei a Sandra deve estar lá também. À noite perguntei a ela, que disse:
- “Eu não pai. Vê lá se eu ia perder tempo com essa bobagem. Isso é coisa de desocupados!”

Num discurso emocionado pela televisão Collor pediu ao povo que saísse no domingo com a bandeira brasileira nos carros, como prova de apoio a ele. Todos concordaram em sair às ruas com a bandeira, mas só que foi com uma bandeira preta como sendo a bandeira do Luto.

Color foi tirado do poder e o vice Itamar Franco, que estava quietinho só esperando no que ia dar e sabia qual seria o desfecho, ficou sendo o presidente, quem estava eufórico era Ulissses Guimaraes que sempre teve vontade de dirigir o país e na certa Itamar seria somente o boneco presidencial, e quem daria as cartas e jogaria de mão seria ele, Ulisses, mas no feriadão do dia das crianças e de Nossa Senhora Aparecida ele estava no Guarujá, seu retiro espiritual, veio correndo para são Paulo numa tarde chuvosa em que o piloto achou por bem não decolar, mas o mandão Ulisses disse ao piloto:
- “Nada disso campeão, tenho que ir hoje porque amanhã tenho uma reunião importante em Brasília.”
Mas a reunião dele foi transferida para São Pedro onde foi prestar contas.

Quando Itamar tomou posse muita gente achava ele muito fraco, porque falava baixo e para ser presidente tinha que ter tutano, falar alto, porque pela frente teria gente forte gritando. E foi numa dessas que o falastrão ACM que intimidava todo político, foi até o presidente Itamar dizendo que iria “botar a boca no trombone” caso não fosse beneficiado com alguma coisa que os políticos conseguem na base da chantagem. E na televisão quando Itamar estava falando a repórteres ACM (Antonio Carlos Magalhães) estava ao lado, Itamar cha ou os repórteres disse:
- “Senhores da imprensa o governador da Baia, Antonio Carlos Magalhães, tem denuncias graves a fazer, ele é todo de vocês.”
ACM só não teve um infarto porque era muito forte e como um bom demagogo, falou muita coisa, mas não disse nada. Itamar completou o tempo de Collor até a eleição de Fernando Henrique que o presidente Itamar tinha posto como ministro da fazenda.


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Publicado em 04/02/2013 Sr.Lopomo, parabéns pela crônica detalhista e histórica. Eu daria um OSCAR ao Itamar por ter feito uma saia-justa ao proprietário do estado da Bahia. Bernardi. Enviado por Ernesto Bernardi - [email protected]
Publicado em 01/02/2013 Lopomo. Voce ilustra a história política de nosso país da maneira que todos os brasileiros deveriam ver, completamente descortinada. Muitas dúvidas ficam esclarecidas em suas narrativas. Abraços. Enviado por nelson de assis - nel,[email protected]
Publicado em 29/01/2013 Interessante curiosidades políticas que só o Lopomo sabe descobrir seus detalhes. Parabéns, Mario. Enviado por Modesto Laruccia - [email protected]
Publicado em 29/01/2013 Voce é uma pessoa muito culta e com uma visão abrangedora sobre a política do nosso Pais.
Eu não consigo siquer saber nome de nenhum deles
e não ouço e nem vejo nada sôbre nenhum político,porque o meu desprêzo é imenso em relação a todos.Dizem que o povo é que não sabe votar!mas votar em quem se quem é o menos pior se corrompe ao chegar lá.Eu como você sabemos que a política já era podre desde antigamente e só piorou com o passar dos anos...
Enviado por walquiria rocha machado - [email protected]
Publicado em 29/01/2013 Um show de detalhes sôbre a politica brasileira, desde os "comediantes" Jânio e Adhemar, passando pelos militares. Diretas já... Até a saga de Itamar. Parabéns Lopomo ! Precisamos de suas narrativas, sempre recheadas com um humor bem próprio de Sampa ! Abraços ! Enviado por Claudio Bertoni - [email protected]
Publicado em 29/01/2013 Mario Lopomo - Desculpe mas essa "já foi" a minha praia.(assunto política) Apesar de não ser a minha praia te garanto que não votei no "Tiririca". É a coisa tá feia . Grande abraço ... Enviado por José Aureliano Oliveira - [email protected]
Publicado em 29/01/2013 Passagens históricas muito bem narradas, principalmente com lembrança de detalhes tão interessantes que normalmente são esquecidos. Parabéns. Enviado por Abilio Macêdo - [email protected]
Publicado em 29/01/2013 Passagens históricas muito bem narradas, principalmente pela lembrança de detalhes tão interessantes que normalmente são esquecidos. Parabéns. Enviado por Abilio Macêdo - [email protected]
Publicado em 29/01/2013 Mario, muito boa esta linha do tempo.Tudo bem explicado e cheia de detalhes. Um abraço. Enviado por margarida peramezza - [email protected]
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