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Categoria - Nossos bairros, nossas vidas Saudades do Socorro Autor(a): Antonio Pinto Alves - Conheça esse autor
História publicada em 22/03/2012
Corria o ano de 1959 e eu estava de mudança do Bixiga para o bairro de Socorro, em Santo Amaro, para morar na Rua Amaro Leite, número 349. Atrás da minha casa ficava o campo do Clube Atlético Socorro. Foi uma felicidade, pois sempre adorei jogar futebol, chegava da escola e ia para o campo.

Lá joguei com Oduvaldo, José Lucio, Nelsinho (que jogou no São Paulo), Viola e muitos outros que me falham na memória.

Comprava pão na padaria do senhor Chico no começo da Avenida de Penedo, lá sempre encontrava o boi Tenório que entrava na padaria para pegar um pãozinho que os balconistas davam a ele. Às vezes eu via a Luiza, que adorava tirar a roupa.

Tomava café na Rua dos Italianos, na Casa dos Formigones. Frequentava o bar do Bambino, na Rua Cacerebu, as nossas tardes eram para ficar sentados no muro da casa do Nino na Avenida de Penedo.

Mais tarde, já maior de idade, passei a dançar no Cassino Vila Sofia e a tomar chope no bar do Pepe em frente à represa do Guarapiranga. Também dançávamos no sobrado do Barbinha.

Estudei no Colégio Dom Duarte e também no Colégio Melvin Jones. Conheci o ex boxeador Nardo, o Luizão um homem com quase 2m de altura e coração de menino.

Trabalhei na Alma, Bonde Tubyng, Plessey Ate Telecomunicações.

Por tudo isso tenho saudades do Socorro.


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Publicado em 18/04/2013 Vc se lembra do Sr.João (bananeiro),em frente ao Dom Duarte, pois e sou filho dele (inmemorian)me trouxe muitas lembranças boas. Enviado por João Donizeti Bernardo - [email protected]
Publicado em 24/03/2012 Belo registro de sua vida e história no Socorro.Parabéns! Enviado por Ana Maris de Figueiredo Ribeiro - [email protected]
Publicado em 23/03/2012 Esse deslocamento das famílias para Santo Amaro parece que foi típico da década citada. Há um “empurra” para mais longe quando chega a idéia de urbanização ditada pelas normas econômicas. Agora se repete o mesmo efeito daquilo que fizeram com os nossos pais em nome do “progresso”, empurram-nos. Há debates de plano diretor para Santo Amaro, onde as ruas onde circulavam as carroças, veículos de sitiantes locais e que agora estão ladeadas de expansão imobiliária de prédios globalizados, sendo as mesmas para os veículos automotores. A política quer “discutir” a malha viária, um funil de encontros de várias localidades, depois da expansão ocorrida, é um debate para a “sociedade civil organizada” controlada por interesses imobiliários e políticos. Quanto a Capela do Socorro, é de muita importância para a vitalidade de São Paulo, por causa dos mananciais. Há reuniões políticas locais dos “salvadores das represas”, que assumem compromissos somente em palanques. Muitos campos de “várzea” também circundavam pela represa, que eram alagados conforme a necessidade da usina Piratininga, em suas inversões do vai e vem do rio Pinheiros, onde o investimento do Banco Mundial é imenso, faltam ações verdadeiras. Deixando os lamentos de lado, trabalhei na Rua dos Italianos, atual Amaro Luz, na empresa Positron-Eaton, em frente a Albarus. O Vila Sofia fechou as portas na De Pinedo, deslocado para outra localidade,e, as recordações estudantis também remontam ao Melvin!
Crônica “Parlamentar e a Questão de Ordem”: http://www.carlosfatorelli27013.blogspot.com.br/2012/03/parlamentar-e-questao-de-ordem.html
Enviado por Carlos Fatorelli - [email protected]
Publicado em 22/03/2012 Antonio, belas lembranças de um tempo não tão distantes, a maioria do que voce relatou me diz respeito pois convivi ali no Socorro por 9 anos, abraços
Estan.
Enviado por Estanislau Rybczynski - [email protected]
Publicado em 22/03/2012 Obs. a onde se le trabalhei na alma quer dizer
trabalhei na Almac e Bonde quer dizer Bundy,
obrigado.
Enviado por antonio pinto alves - [email protected]
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