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Categoria - Outras histórias Obrigado, irmãos nordestinos Autor(a): Divino Felix Dos Santos - Conheça esse autor
História publicada em 09/06/2011
Oh! Quanta saudade
Eu sinto da zona Leste,
Da estação do Brás
E do Jardim Nordeste.
Tinha nessa viagem
Muitos cabras da peste...

Que coisa curiosa
O trem vai balançando
É um tal de prosear,
A hora vai passando
Para a hora passar
O papo vai rolando...

Fala-se da terrinha
Dos pais lá deixados,
Da doce infância,
Grandes açudes e prados
Raros goteiramentos,
Os vaqueiros e gados...

De dia céus azuis
À noite estrelados
Bailes de barracas,
Todos bem animados
Ao som das sete-baixos,
Baiões e xaxados...

Que saudade doída
Diferente é a lua
O sol é mais quente,
A farinha lá é crua
Se... se ausenta a chuva
Inda assim ninguém se amúa...

Foram eles, nossos patriotas
Que erigiram os edifícios
Que eu hoje parabenizo,
Essa metrópole demais pujante
Do pretérito a esse instante
Um sonho... o meu paraíso..



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Publicado em 28/07/2011 Parabéns sr. Divino, amei esse poema. Deus lhe deu um talento maravilhoso!!!!
Um forte abraço e que Deus lhe abençoe. Arlete
Enviado por Arlete Araujo Gregório - [email protected]
Publicado em 16/06/2011 Graciosos versos homenageando o nobre povo nordestino. Parabéns, Felix.
Modesto
Enviado por Modesto Laruccia - [email protected]
Publicado em 09/06/2011 Prezado Divino. Poema versado de grande valor que homenageia o bravo povo sertanejo de nosso árido agreste inclemente. Passeie teus olhos na crônica 'Baianada Paulista', publicada neste mesmo site e, de minha autoria. Espero que se agrade do meus escritos. Ah... a farinha nordestina não é crua, como diz a sua estrofe. É cessada no fogo de lenha e passada no rodo. Copioba ou de guerra, branca ou amarela, é o combustível associado ao feijão com "jabá', dá a "sustânça" ao povo do sertão. Abraços Enviado por nelson de assis - [email protected]
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