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Categoria - Nossos bairros, nossas vidas Casas e personagens tradicionais de Santo Amaro Autor(a): Ary Quintas - Conheça esse autor
História publicada em 17/09/2009
Décadas já se foram, mas em minha memória permanecem lembranças esparsas de minha infância e juventude que o tempo jamais apagará e que foram vividas aqui em meu querido bairro de Santo Amaro:

Cine São Francisco: Belas tardes, quando íamos com a namorada, e abraçados, ficávamos vendo os filmes...era o programa que as futuras sogras permitiam. Se a memória não me falha, os proprietários eram os sr. Severino e o sr. Ricco.

Casa Princesa: Loja tradicional de calçados, que ficava no Largo Treze de Maio, cujo dono era um português abastado e muito simpático, sr. Germano. O que atraia a freguesia.

Restaurante Ouro Branco: Era muito freqüentado e que também ficava no Largo Treze e cujos sócios eram os srs. Agenor e Germano e o filho deste, eu.

Restaurante São Paulo: Bem tradicional e bem freqüentado. Ficava também no Largo Treze e quase vizinho com o Ouro Branco. Pertencia ao sr. Ercides e ao seu irmão, Walter.

Alfaiataria do sr. João: Onde eram confeccionados as camisas e ternos dos mais abastados santamarenses. Era pai do dr.Leo di George, meu amigo e colega até hoje.

Bicletaria: cujo proprietário era o sr. Gino Arduine, creio que era italiano.

Loja de tecidos: pertencia ao sr. Jorge Dabur. Era muito movimentada.

Magazine: propriedade do sr. Barroso, que veio a ser sogro do ex- governador de São Paulo, José Maria Marin.

Padaria Quinze: A mais tradicional da região e que pertencia aos irmãos Angélico.

Açougue: vendia todos os tipos de carne. Era do sr. Nico.

Casa Othelo: do sr. Basílio.

Loja de tecidos: de dona Salvatina.

Dentista: Passávamos bem longe...era o pai do meu amigo Ricardinho.

Hoje, vendo os meus netos todos já crescidos, meus cabelos já brancos e a vista já cansada e olhando o Largo Treze, percebo como o tempo passou e tudo mudou.

Saudades do meu antigo Santo Amaro E-mail: [email protected]
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Publicado em 24/01/2011 É muitas lembrancas, como o frigorifico Eder, a famarcia do seu ze e seu irmao paulo alias o ze da farmacia o vereador jose diniz, a saida das romarias da igreja. Enviado por Jorge Luiz Peccora - [email protected]
Publicado em 24/08/2010 Ary parabens! achei muito legal vc ter falado do nosso Santo Amaro, me deu muitas saudades, só que vc esqueceu de citar a venda do Arlido que ficava no largo São Sebastião.
Que suaudades!
Maria Luiza
Enviado por Maria luiza - [email protected]
Publicado em 25/04/2010 Sr. Ary. Que boas lembranças nao? Sou nascida e criada em Santo Amaro. Meu avo Amaro Pontes, já falecido, contava-me muitas historias sobre este bairro muito querido. Lembro-me que q Enviado por jussara - [email protected]
Publicado em 23/02/2010 Basílio Luz era meu avô! É muito bom poder ouvir essas histórias, imaginar um pouco do nosso passado e saber que ainda há quem carregue essas histórias na memória... Enviado por Adriana Luz - [email protected]
Publicado em 21/09/2009 Sr. Ari. Que emoção! Porque será que Santo Amaro permanece na memória de seus filhos ilustres, como nós ( modéstia a parte), com as mesmas lembranças? Parabéns pelo lindo texto. Abçs da Walkiria. Enviado por Walkiria Rabello - [email protected]
Publicado em 21/09/2009 Comércio da região sul, muito bem ressucitado, Ary, sem esquecer de suas indústrias que, também qualificaram Sto. Amaro de forma indalevel. Parabéns, Quintas.
Modesto
Enviado por Modesto Laruccia - [email protected]
Publicado em 18/09/2009 São Paulo antigo fica na nossa memoria. Era uma cidade com essas lojas onde a simpatia dos donos estavam a toda prova, mas o povo prestigiava mais as lojas do centro. O Mappin que o diga. Enviado por Mário Lopomo - [email protected]
Publicado em 18/09/2009 Ary, loja de tintas e produtos para assoalhos, na Herculano de Freitas colado ao largo Treze - Pinholac, cujos donos eram portugueses a exemplo do sr. Germano que deveria pelo nome ser alemão. Depois na Alameda, esquina com a Basílio da Luz, tambem teve uma pINHOLAC. Hoje a Igreja é bem guardada com grades. mIRÇA Enviado por mirça bludeni de pinho - [email protected]
Publicado em 18/09/2009 Belas lembranças, Quintas, de um local simpático e aprazível.
Mais tarde, ficaria quase intransitável, devido aos camelôs.
Por sorte, agora está muito melhor.
Abraços.
Enviado por Luiz Simões - [email protected]
Publicado em 18/09/2009 Muito linda sua história, continue escrevendo e recordando sobre os bons tempos de Santo Amaro. Enviado por Rosely de Moraes Quintas Panizza - [email protected]
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