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Categoria - Nossos bairros, nossas vidas Lembranças da Rua Major Diogo Autor(a): Anterio Gomes da Silva - Conheça esse autor
História publicada em 04/06/2009
Nasci no Bixiga, Rua Major Diogo, 314, em frente ao templo do Teatro Nacional, o TBC. Meu pai, Sr. Manuel, possuía um bar de fronte ao teatro (de 1955 a 1977). No ano de 1967 vim morar com minha avó materna no bairro da Lapa.

Em minhas recordações vejo as imagens do sapateiro de apelido BIGODE, que exercia sua profissão em um porão de uma casa. Logo após vinha a quitanda da Dona Adelina (acho que o nome era esse), quase ao lado existia a oficina de televisores, ainda com portas de madeira, do Sr. Antonio, o Sr. Luiz tinha um bar na esquina da Major com a São Domingos e morava na Vila. Ao lado de nosso bar, a loja de armarinhos do Sr. Eduardo, e hoje quem esta à frente da loja acho que é seu filho Roberto.

Não sou da época do NICK BAR, mas me lembro que ali existiu o bar A PORTA DO CARMO. Meu pai dizia que, em fins da década de 50, o empresário SILVIO SANTOS alugou, ao lado do TBC, um salão onde instalou os escritórios do BAÚ DA FELICIDADE, e lá dava aulas com megafone para os futuros vendedores do seu CARNÊ.

Saudades do Sr. Marcelo e sua papelaria ao lado da alfaiataria do Sr. Soares, pai do médico e comentarista esportivo OSMAR DE OLIVEIRA, da TV Bandeirantes. Minhas botas ortopédicas eram compradas na loja de calçados TROIKA, sem falar na tradicional fábrica também de calçados SCATAMACCHIA.

“Hoje, mesmo morando na Lapa, a cada dois ou três meses gosto de retornar ao meu bairro de nascimento, para resgatar estas lembranças que guardo com tanto carinho e emoção. Um grande ABRAÇO A TODOS”.

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Publicado em 18/11/2010 a loja de conserto de televisores era do Sr Italo e o filho do Sr Eduardo é o Reinaldo Enviado por Mario Gomes da Silva - [email protected]
Publicado em 22/07/2010 Saudades da rua Major Diogo,onde a minha amada mãe e o meus pai me criaram,vindo do rio para São Paulo. Década de 50,existia a fábrica de calçados scatamacchia.,o Nick bar,o TBC,na esquina da Major com a rua São Domingos,o Armando com a sua banca de jornais,o Haroldo dono da farmácia.Grandes momentos de São Paulo antiga e muita saudade que resta em nossa alma,aliás,saudade é o amor que fica.Obrigado.Faussto Enviado por fausto de souza nascimento - [email protected]
Publicado em 11/03/2010 saudadades do bixiga morei na decada de 70,ainda bebe,na rua treze de maio em frente a igreja da acheropitta no sobrado ao lado da casa loterica, inclusive, brincava com as crianças da igreja, pois havia uma creche, estava sendo criada pela familia FIORI, ocasiao em que, minha mae morava num destes quartos na rua santo antonio, mudamos para rua manuel dutra, ainda na bela vista, onde permaneci por mais 5 anos e mudei p interior km minha mae genetica k casou-se.Sou advogada no interior e amo B.V Enviado por regiane matsuo tijon - [email protected]
Publicado em 13/10/2009 Parabens pela narrativa e pela memoria. Vivi de 1958 a 1971 no bairro, na r. Major Diogo 157, no sobrado em frente da banca de jornais do seu Armando.Estudei no João Passalacqua e , minah mama sempre mandava comprar pão e leite na padaria perola, ou na mercearia do Bidu. Enviado por peter - [email protected]
Publicado em 09/10/2009 Meu caro Anterio. Gostei imensamente da tua narração sobre a Rua Major Diogo. Fui teu vizinho, pois morei na Rua Jaceguai. Saiba que assim como você, eu hoje moro em São Bernardo do Campo, mas vou sempre dar as minhas voltas e recordar um pouco aqueles outrora lindos lugares.
Um abraço. Carlos Salzer Leal.
Enviado por Carlos Salzer Leal - [email protected]
Publicado em 24/06/2009 Eu morei na Bela Vista, na Rua Jaceguai, 412, onde hoje possivelmente existe o grupo Silvio Santos(eu acho)Estudei no Grupo escolar Maria José, fiz meu 1º ano alí. Depois tive que me mudar para o bairro da Liberdade, mas sempre estava por ali, porque minha tia continuou residindo na mesma rua um pouco mais abaixo.Saudades!!!! Enviado por GERALDO - [email protected]
Publicado em 10/06/2009 morei por um tempo na 13 de Maio. Ah! que Cantinas! Quanta tradição italiana! Aquela escadaria que leva à rua dos Ingleses! A feira da praçinha Dom Orione. O TBC que só uma vez fui! A Peça foi "Panorama vista da Ponte". Enviado por turan bei - [email protected]
Publicado em 10/06/2009 Anterio, você me fez lembrar do uso dos porões em São Paulo. Era uma habitação muito comum na época e muitos deles tinham dois ou três respiradouros de mais ou menos quarenta centímetros,quadrados e com grades.Neles viviam famílias, havia comércio e, no andar de cima, outra ou outras famílias.Os pisos do andar de cima eram assoalhados em madeira, daí o porão e a necessidade de ventilação. Morei em uma casa, na Rua Itapira, 108, Moóca que tinha um porão, com outra família morando nele. Gente boa. Enviado por Ivette Gomes Moreira - [email protected]
Publicado em 08/06/2009 Gomes, cada etapa da vida da gente deve ser recordada, sempre haverá alguém que trará novos episódios de longa data. Parabéns, bela narrativa Antonio.
laruccia
Enviado por Modesto Laruccia - [email protected]
Publicado em 06/06/2009 Anterio, gostei muito da sua narrativa. Principalmente porque nos tempos atuais não sabemos quem são os nossos vizinhos. ´Foi gostoso andar com você pelo Bixiga, conhecer os seus vizinhos, o comércio, enfim a Major do seu tempo. E acabei, acabamos de saber que o Chammas era seu vizinho. Abração, Natale Enviado por Wilson Natale - [email protected]
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