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Categoria - Paisagens e lugares A Paulista Autor(a): Antonio Carlos Dias - Conheça esse autor
História publicada em 07/11/2005
Desde criança, tinha admiração pela Av. Paulista. Morávamos no Jabaquara e, minha mãe me levava pra Santa Casa de Misericórdia toda semana. Fazia baldeação na Av. Paulista. Isso nos anos 60. Ainda na época dos casarões e eu tinha 06, 07 anos. Quando comecei a dirigir, aos 16 anos e escondido do meu pai, fui com meus amigos até a Paulista. Era a glória. Menor de idade e dirigindo na Paulista. Quando comemoraram 100 anos da avenida, lá estava eu, com minha mulher e filha assistindo um concerto do Artur Moreira Lima, sentados no asfalto da Paulista.
Apesar de você ser bem mais velha que eu (estou com 48), te amo Paulista!
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Publicado em 27/01/2007 Lembrar da Pulista é lembrar do trianon com seus bailes onde hoje é o Masp o velho jardim enfrete muitas estorias para contar o trotoar aos domigos as parada militares o carnaval a São Silvestre que saia do Largo OLavo Bilaq e terminava na Ponte Grande o Colegio São Luiz, as linhas de Bonde que passavam por ela o Av. Angelica , Avenida, Bosque da Saude O Jardim Paulista, A casa do Conde Matarazzo e muitas outras familias celebres que tinha na famosa Paulista, nasci e me criei por ela tenho muitas estorias da Av. PAULISTA Hoje estou com 84 anos pintei e bordei por essa terra. Enviado por Walter Stevano - [email protected]
Publicado em 05/11/2006 Minha avó morava no final da Av. Paulista. O edif´cio fica na rua Minas Gerais ,bem perto do Hospital Emilio Ribas .Da janela do quarto dela dava para observar as pessoas de um certo casarão, da rua em frente.
Nós,crianças mexeriqueiras, ficávamos olhando e comentando sobre as moças que alegres se arrumavam,se enfeitavam,até saírem para um passeio ao parque Trianom.
Passear no Parque Trianom era um programa muito especial de domingo e queríamos acompanhar tudo. Pena que nós, as crianças mexeriqueiras,não tínhamos pernas suficientes para aguentar a caminhada e choramingando pedíamos para voltar do meio do caminho. Os maiores, que tinham tido a compaixão de levar consigo ,nós, os menores, ficavam muito aborrecidos de não poder acompanhar o final do passeio.Aliás,do relato da incrível historia da vida... tem namorado?
E assim se passaram os dias... os anos... O casarão foi demolido. Deu lugar a parte do viadutudo da Av.Rebouças.E nós, meros mortais ,não saberemos jamais ,se aquelas moças ,de calças compridas, sapatos "maria mole" tiveram lá seus encontros ou desencontros...
Enviado por adalgisa - [email protected]
Publicado em 04/11/2006 Para mim a Paulista se foi, não existe mais, foi mutilada aos poucos em uma monstruosidade que assusta. Melhor seria se mudassem o seu nome. Enviado por marcus - [email protected]
Publicado em 20/09/2006 Apesar de não ser paulistana, tenho a Paulista como o melhor cartão postal! Sempre gostei de dirigir por essa avenida, principalmente de madrugada. Mas isso era quando não havia problemas com assaltos, etc, etc....
A Paulista é mais velha do que nós, mas continua inteirona!
Enviado por Doris Day - [email protected]
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