Eu também quero falar de Sampa

Sei que já passou… Mas, mesmo assim, registro aqui meu amor pela capital do Estado, a nossa querida Pauliceia de tantos e tantos lugares, que inexistem em qualquer outra cidade brasileira. O importante para mim, francamente, não é provar que a capital paulistana é a maior cidade brasileira, mas sim sentir esta coisa gostosa que é ser paulistano.

Uma cidade que tem como um dos charmes os contrastes, vide o seleto Bar Brahma, e a loja de filmes pornôs ao lado. São Paulo tem algo que só se fixando na cidade a pessoa vai sentir aos poucos na pele, é o “vírus paulistinoides" que já impregnou mais um.

Parabéns à capital paulistana, dos Airton Senna da Silva, do Emerson Fitipaldi, da Maria Esther Bueno, do Eder Jofre, do Aurelio José Miguel, do Ademar Ferreira da Silva, do Roberto Rivelino, do inesquecível Fiori Gigliotti(carreira foi toda paulistana), do fora de série Osmar Santos(oriundo de Marília). Parabéns Sampa pelo ex-canal 7 dos festivais da Record, pioneira no Brasil.

Parabéns pelo Morumbi, por Interlagos, pela Fórmula Indy, pela São Silvestre e por ser a maior cidade sulamericana e a quarta do mundo em renda per capita.

Parabéns pelas centenas de bares classe alta, pelas centenas de bares medianos e pelos shows ao vivo que existem nos parques de área verde nos fins de semana, com entrada gratuita.

Parabéns pela rede gastronômica, pela disponibilidade de acompanhantes a qualquer hora, pelos centros espíritas, pelas poli-religiões existentes a gosto do freguês, parabéns pelo Metrô superior aos da Europa e EUA, segundo pesquisas, parabéns pelo seu catolicismo e pelas suas pizzas, pelas suas padarias, locadoras… “Oh Meu, fala sério: qual cidade é louca assim?” Lógico que temos tragédias e sufoco nas enchentes. Tudo, afinal, é o contexto da Paulicéia. Sei que muitos já escrevem tudo o que estou escrevendo, o que me importa é que também escrevi sobre a minha “Sampa” que amo desde que nasci…

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