Colégio Machado de Assis

Aqui só faltou a foto: calça cinza claro, camisa branca, paletó marrom claro, sapato marrom. E lá íamos nós, subindo a Rua Teodoro Sampaio rumo ao Machadinho! De preferência não cruzar com a turma do Fernão Dias Paes na esquina de baixo, porque a "treta" era certa!<br><br>Eu ficava uma vara na época de Junho, quando íamos pra educação física. Um frio de lascar, e depois do handebol ainda tinha que cair na piscina! <br>Participei de fanfarras, tocava caixa rítmica!<br><br>Os professores, nossa, me pelava de medo do Sebastião Albo dos Santos (matemática), cidadão de origem nordestina, cabra arretado, e quando chamava pra lousa, coitado do aluno que não soubesse resolver a equação! O mesmo me apelidou de Estrigomía! Nunca mais esqueci disso, também, jamais ousei procurar no dicionário, pois poderia anular definitivamente meus únicos três neurônios da época. <br><br>Professor Atílio Ré (história), professor Oswaldão (português), professora Dona Cilda (português) e assim por diante, sem falar e como esquecer da famosa diretora Maria do Carmo, que usava de uma frase substancial em questões de ordem: “Vocês vão arcar com as conseqüências!”.<br><br>Amigos que ainda lembro de classe: Alberto Apor, João Alfredo Moretti, Roberto Dotta, Walter Camardella, e outros que agora já não me recordo. Tinha um chinês que se chamava Tal, e vez em quando, pra encher o saco dele, o pessoal gritava no corredor lá da outra classe: “Sfiha!”. O Tal ficava muito macho e gritava respondendo: “A zua mãe!”.<br><br>No recreio era a famosa a fila pra comprar lanche: uma coca e um sanduíche de mortadela com queijo (apenas uma fatia de cada). <br><br>Que tempinho bom!<br><br>E-mail: [email protected]