Coisa boa é abrir esse site aqui e, diariamente, me deleitar com as histórias contadas.
Em cada uma vê-se um pedacinho da gente.
Hoje, lendo a sobre o desejo da colaboradora Lygia em possuir um bambolê, lembrei da minha infância, que já não era mais infância, mas sim juventude.
Ficava encantada vendo aquele bando de garotinhas rebolando os quadris mantendo aquele circulo equilibrado com muita graça.
A minha sobrinha mais velha, Nininha, ganhou e (não sei se já tinha aprendido no de alguma amiga) se saiu muito bem. Eu, dando uma de superioridade, tomei de suas mãos e ali, diante de todos, julguei que poderia dar um belo espetáculo. Que decepção… E que vexame.
Meu Deus, como é que aquelas crianças conseguiam tais malabarismos?
Muito sem graça, aleguei estudo e saí dali bastante frustrada. Não pensem que escondida não tentei. As tentativas foram muitas, mas jamais consegui manter o tal bambolê na cintura. Carrego até hoje essa frustração. Se fosse tentar hoje em dia, talvez fosse parar no ortopedista, com os ossos em pandarecos. E não conseguiria.
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