Estava agora há pouco (20/12) ouvindo o Jornal da Band e fiquei surpresa com uma notícia: um grupo de universitários saíram munidos de cartazes na Av. Paulista onde se podia ler:
"Abraço grátis"
Os universitários abordavam as pessoas na avenida e, se elas aceitavam, distribuiam abraços. Uns aceitavam calorosamente, outros um pouco tímidos, outros surpresos. Até policiais eles abordaram mas não conseguiram nada. Estavam a postos, trabalhando… (não podiam relaxar um pouco a tensão e receber um caloroso abraço "grátis"?
Bom, achei a notícia maravilhosa… Já pensaram a Av. Paulista num dia ensolarado de pré-verão, ser abordado por jovens dispostos a lhe dar um abraço? Quer coisa mais bonita que é isso?
Até alguns carros foram parados e oferecido aos ocupantes um abraço.
Maravilhoso isso. Um abraço em plena Paulista, alivia a tensão do paulistano, sempre correndo para o trabalho, para um compromisso ou para buscar um emprego.
Um abraço faz a gente se sentir bem, acaba com a solidão, melhora a auto-estima.
Mas aí vem a pergunta: Mas na Paulista? Por quê não? O abraço é democrático, todo mundo tem direito a um abraço.
Li, uma vez, num livrinho sobre o abraço, que deveríamos ter no mínimo:
– quatro abraços por dia para sobreviver,
– oito abraços por dia para manter a saúde,
– doze abraços por dia são necessários para progredir.
Então eu pergunto: – Já abraçou alguém hoje? Não? Então levante dessa cadeira e abrace a primeira pessoa que encontrar. Pode ser o seu cãozinho ou gatinho, também vale.
E por falar em abraço, deixo o meu a você, leitor, desejando-lhe um
"Feliz Natal" !