Minha querida São Paulo!
Tu, que de tantos e de todos nos reuni aqui em teu chão.
Tu que nos ensina e até nos unifica num espelhar de igualdade.
Nossa São Paulo!
Cidade enorme, que pelos teus filhos quase não dorme, e mesmo quando adormece pouco descansa, mas a muitos recolhe.
Teu berço é grande, e os filhos desta cidade tu fazes gentis.
Somos todos afilhados teus. Somos os homens dos estados, os bravos do Brasil que se refugiam e são acolhidos em teus braços.
São Paulo — Enquanto os Estados não se igualam, o país, junto de ti, dá a nós um abrigo de esperança, de crença e cultura de uma nova nascença…
Cada filho plantará sua semente, aprenderá a colher, aprenderá a selecionar o trigo e depois fazer o pão.