Na madrugada desta sexta-feira fui levar minha filha no aeroporto e
parei numa loja de conveniência de um posto de combustíveis.
Na porta havia um homem vasculhando o lixo.
Fiquei no carro aguardando minha filha e observei.
O homem virava as garrafas vazias de bebida na goela,
tentando conseguir beber alguma coisa.
A que ponto chega o ser humano dependente da bebida.
A cidade tem ainda esta escravidão.
Que bom se acabasse a bebida em São Paulo.