Non ducor, duco

No dia 17 de maio de 2014, uma revista de circulação internacional publicada aqui, em São Paulo, traz um artigo na página 126, última da revista, do J. R. Guzzo, cujo enfoque é, justamente, São Paulo, sob o título “Brasil brasileiro”. 
 
Um artigo que todos, se tiverem interesse, deveriam ler, pois o articulista não destaca as evidências arquitetônicas, as belezas de seu perfil, dos museus, dos palácios, nada disso. Profere uma defesa de nossa cidade contra determinados políticos, representantes de regiões que sentem ojeriza pela postura que São Paulo ostenta em ser a maior cidade brasileira. Em tudo e por tudo São Paulo merece respeito, não são sequelas de antigas rusgas que irão deturpar a posição alcançada por São Paulo.
 
Em um determinado trecho do artigo, o Guzzo diz: 
“Foi em São Paulo que o Brasil ouviu pela primeira vez a palavra ‘greve', e os senhores da corte no Rio de Janeiro ficaram sabendo de uma novidade revolucionária – a de que um trabalhador era um ser diferente de um escravo, precisava ser pago e tinha direitos”.
 
Por esse motivo, temos que ter em mente sempre o valor de nossa cidade, defendê-la em qualquer circunstância, não titubear diante de críticas e rancores mal disfarçados. Obrigado.