Nesse momento em que escrevo, estou em Cuiabá. Dentro de pouco tempo – questão de horas – retorno à cidade de São Paulo, via Guarulhos.
Não tenho agora a intenção de falar bem ou falar mal daqui, do MT, ou de lá, de SP. Sou um cara do mundo, não acho justo e nem inteligente querer que tudo seja igual e se um dia – lá bem longe, no passado remoto – tive ideias igualitárias, estas morreram pela sua absoluta inexequibilidade.
O que sei é que retornar é sempre bom, partir então nem se fala (desde que tenhamos sempre a possibilidade de voltar, que é o suprassumo).
Minha rotina paulistana é das mais agradáveis, percorro diariamente bairros que me falam à alma, Ipiranga principalmente, seguidamente vou até a região de Pinheiros, mas aí é outra pegada. Pinheiros, por mais importante e chique que seja, não está na letra do Hino Nacional e, portanto, não há registro de que tenha ouvido o brado retumbante de um país que, extremamente diverso, é tão único.