Estive pensando em como a vida é simples.
Para quem desde pequena está acostumada a possuir pouco, o pouco me basta.
Pouca roupa, poucos sapatos, poucos amigos.
Poucas palavras.
Pouco mas poucos sonhos, porque de tanto sonhar e não realizar ficamos desenganados com a vida.
Mas quando sonhamos, nos apegamos de tal maneira que é impossível não realizar.
Mas se precisar, dele também nos desapegamos.
Porque apegar e desapegar faz parte da vida.
E como sou contida, pretendo levar, quando partir, somente o estritamente necessário, ou seja, quase nada.
Porque lá quase nada é muito, para quem não vai precisar de nada.
Atrás de um cortejo fúnebre, nunca vi levar os bens, só segue a multidão, para ver o corpo descer a terra, envolto apenas em um caixão.
Cadê o site mais querido?
Onde me comunico com os amigos virtuais, não sei seus rostos, mas sei do seus anseios e ideais…