Cada dia mais, senhoras e senhores, me surpreendo e me identifico com os propósitos e objetivos desse site. Gostaria sempre de esmerar-me quando lhes escrevo, pois é muito importante que cada um faça a sua parte, com capricho, enaltecendo o valor pessoal de cada um.
Há tanto talento escondido. Refiro-me a um comentário feito pela colega do sítio, Ana Maris, diz ela: Espetacular sua crônica sobre o site e sobre a vida e histórias de São Paulo. Parabéns! [Enviado em 05/02/2013 por Ana Maris de Figueiredo Ribeiro – [email protected]].
Gente, convenhamos, um comentário desses: elogioso, motivador, assim quero agradecer de público a Sra. Ana Maris, a quem tenho o maior apreço, não pelo simples fato de fazer seu comentário, mas por causa de sua pessoa, do ser que demonstra e aparenta ser. Sei que ela cuida diariamente de uma pessoa doente. Só.
Há outros e outras, tantas pessoas carinhosas, algumas felinas, ásperas, provocadoras, mas estas também cumprem seu papel. Gosto de críticas, pois elas obrigam-nos a nos inteirarmos melhor daquilo que nos propusemos fazer, escrevendo.
Vamos também recordar dos antigos escritores, praticamente os “fundadores” do site, que deram impulso ao sucesso e a marca alcançada do projeto da São Paulo Turismo, "São Paulo têm histórias". Histórias do cotidiano paulistano protagonizadas por nós, amigos e simpatizantes desta cidade encantadora. É por causa de São Paulo que estamos tão empolgados. O que essa cidade tem que nos encanta tanto?
Vou tentar responder.
São Paulo deu o grito de nossa independência, nas margens do Rio Ipiranga, imortalizado pelo quadro de Pedro Américo. São Paulo nos deu o sambista Adoniram Barbosa. São Paulo da São João, Ipiranga, Brás, Luz, Belém, Pari, Mooca, Bexiga, Avenida Paulista, São Paulo do Corinthians Paulista, do Palmeiras, São Paulo e Portuguesa de Desportos. Quanta história possui o Mercado Municipal da Cantareira, da Rua 25 de Março, Rua Oriente, São Caetano.
Estava eu certa vez no Viaduto do Chá, chovia a cântaros, corria de um lado para outro procurando sossego e vi de repente uma flor amarela em uma pequena planta sobre o viaduto. Parei e fiquei olhando aquela planta, com aquela flor amarela, não sei qual nome dessa planta, mas parecia robusta, nascida entre as frestas, uma pequena rachadura no concreto, encimado pelo asfalto rude, iluminado pelas luzes do sol escondido.
Fiquei meditando a tenacidade daquela planta minúscula demonstrando firmeza e beleza ímpar. Qual seria o recado que ela parecia me dar, “olhando-me” de frente, parecia dizer:
– Estranho, o que fazes aqui de um lado para outro, que procuras? Sossega-te homem!
Aquela planta me falou coisas que os humanos não puderam nem souberam me dizer. O que essa “sagrada” planta tem a ver com os nossos dias, depois de ter passado tantos anos? Parecia dar um recado esclarecedor de que se a vida é dura, difícil, se há obstáculos pela frente, a tenacidade do viver, o querer é poder, o levará ao topo da montanha.
Desculpem a indelicadeza da metáfora. Parece que uso de um expediente para me “promover”. Não é promoção, marketing pessoal, é um pequeno exemplo a ser imitado. Uma pequena planta pode nos dizer sim, que apesar de tudo, dos percalços, das agruras, da chuva e das enchentes, São Paulo é um lugar legal para se viver. Não estou aqui eu?
Aquela flor parecia estar imitando a Ave Maria, a Nossa Senhora das Mercês, as Nossas Senhoras de tantos títulos, Nossa Senhora Desatadora de Nós. Existe? Nossa Senhora mãe de Jesus e nossa mãe. Que a Nossa Senhora, proteja a cidade de São Paulo nesses 457 de vida, não faltarão oportunidades para celebrarmos datas festivas na cidade, pretendo ir em maio próximo à Festa de São Vito. Não vejo a hora desse dia chegar.
Os paulistanos que moram distante de São Paulo e que sentem saudades da cidade têm neste site histórias que nos trarão fartura de dicas que farão com que matem seus sentimentos de alegria, por um dia terem pisado aqui neste chão belo e esplendoroso.
Chega de palavras!
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