Pelé, consta que é um dos três nomes mais conhecidos no mundo.
Creio que uma de suas façanhas mais extraordinárias não é muito conhecida do grande público; sua fama e prestígio chegaram a tal ponto que foi capaz de paralisar uma guerra.
Aconteceu numa excursão do Santos à África, em 1969.As partes beligerantes, firmaram um armistício e paralisaram o conflito, com a condição que ele jogasse uma partida em cada país.
Naqueles dias a Paz reinou e o Rei também…
Vendo os jogadores de hoje que ao marcarem um gol, estendem as mãos para o céu, como que agradecendo ao Criador. Indagado certa vez por um repórter porque ele não fazia isso? Respondeu:
– “Só pedia e agradecia a Deus, para me proteger não deixando-me machucar; pois fazer gols competia à nos jogadores e sem auxílio divino, pois senão estaria sendo injusto com o nosso adversário”.
Tivemos o privilégio, meu mano e eu, de conhecê-lo numa festa aqui no Brooklin, do também grande astro, Roberto Rivellino.
Conversando perguntei-lhe por que ele "estraçalhava" o Corinthians?
Deu aquele sorriso e um tapinha no meu peito e saiu seguido de uma tropa de fãs. Ofuscou até o próprio dono da festa.
Nas conversas esporádicas com o Rivellino/Abilio (irmão), ele dizia que quando havia jogo contra o Santos, o marcador dele não dormia e a turma ainda tirava "sarro" dizendo:
– “Amanhã o ‘Negão’ acaba com a sua carreira…”
E as saudosas palavras de Telê Santana:
– “Quem viu, viu..”.
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