Ponteio… Nome singularmente sugestivo, pois indica um ponto: ponto de encontros da elite do local para os mais variados tipos de diálogos, reuniões de família e de amigos. Restaurante fino e requintado, com bar, música, ambiente acolhedor com sofás marrons e mesas menores pelos cantos, tudo a meia luz; na varanda de entrada tinha bancos de madeira, mesas e cadeiras de ferro pintadas de branco, contrastando com o verde das plantas altas e bem cuidadas do jardim. Lugar aconchegante para saborear diversos tipos de “drinks”, um bom jantar e uma conversa relaxante.
Estava situado, estrategicamente, na esquina, entre as Avenidas Imperatriz Leopoldina e Queiróz Filho, impossível não vê-lo em sua imponência, por quem lá passasse.
Mas, infelizmente, sinto informá-los de que este lugar já não existe mais, fechou e não sei explicar os motivos, de tantos. Mais um empreendimento em São Paulo que encerra suas atividades para dar lugar a outro, talvez mais lucrativo. Pois é, é o progresso.
Na minha lembrança ele ainda existe, pois lá passei bons momentos em carinhosa companhia que me marcaram e que permanecem na minha memória me fazendo voltar ao passado não muito distante, de uma noite de verão com clima ameno e céu estrelado.
Quero dizer a todos que com mais esta história fecho um ciclo de memórias e com mais todas as outras que enviei farei um livro para a posteridade, a meus filhos e netos.
Um agradecimento especial a um velho amigo, que esteve comigo por todo esse tempo e que me deu tantas inspirações, obrigado, Maria Thereza.
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