Obviamente este texto não tocará o coração de todos quantos o lerem, razão pela qual, peço licença a todos para escrevê-lo, mesmo sabendo que nem todos compreendam as razões emocionais de um torcedor de futebol.
Estou falando das emoções, dos sentimentos, das alegrias, das coisas inesquecíveis que o Garrincha proporcionou a tantos quantos conviveram com ele, dentro ou fora de campo. Eu, pessoalmente, tive a felicidade de estar presente no estádio quando Garrincha jogou em duas ocasiões. A primeira delas num jogo do Rio – São Paulo, no Pacaembu, onde Botafogo e Corinthians empataram em 1 x 1. E depois nos fatídicos 3 x 0 que o Vasco enfiou no Corinthians, na estréia de Garrincha, em março de 66 ,no Pacaembu. Se não me engano, os gols foram de Zezinho, Célio e Maranhão.
Não sou corintiano, e fui ao Pacaembu nas duas vezes só para ver ao vivo o grande Garrincha. Não vi mais o Mané jogar, pois ele jogou sua carreira no Rio de Janeiro, portanto, era quase impossível vê-lo jogar.
Garrincha era um ponta direita que quando era preciso, chutava bem de esquerda, cabeceava normalmente, driblava fácil e como queria. Às vezes, caia para o meio, chamando o jogo para ele. Olha…A forma mais inteligente de definir o jogador Garrincha é dizer que ele só não foi melhor do que Pelé. Apesar de que, tem gente que entende que Garrincha foi melhor. Eu, particularmente penso que Pelé foi o maior do mundo, ontem, hoje e sempre será… Esqueçamos por ora o Pelé, o que quero registrar aqui é o grande jogador que foi o Garrincha!
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