Frases filosóficas paulistanas

Morávamos, quando crianças no Brooklin Paulista/Santo Amaro, nas imediações do Clube Banespa.
Meu Pai tinha um “Empório de Secos e Molhados”, como se dizia na época.

Crescemos, ouvindo sempre as frases filosóficas de meu Pai, se foi ele o autor não sei, mas que transmitiam e transmitem uma grande verdade, isso acredito. Eis algumas delas:

– “Nunca empreste dinheiro a um amigo, você perderá os dois”;

Entre as lembranças que guardo, eis a que mais me entristece:
– “Quando acerto ninguém se lembra; quando erro, ninguém se esquece”;

-“Quando um negócio for bom demais; pule fora correndo”;

– “O dinheiro não tem pátria, religião, ideologia, raça, cor…”;

– “O Homem é bom e honesto até o dia em que deixa de ser”;

– “O Homem não tem amigos, tem conhecidos, se quiser um amigo, adote um cachorro e isso se ele não tiver dinheiro”;

– “Quanto melhor você tratar uma pessoa menos valor ela lhe dá”;

– “Nunca se surpreenda com nada neste mundo”;

– “Todo homem tem o seu preço, mas não vale aquilo que se paga por ele”;

– “Se você não está preparado para receber a ingratidão, não ajude ninguém”;

– “Em caso de dúvida, toda força à frente” (Salles);

– “Todo homem deve ter uma religião, seja ela qual for” (Aracy);

– “Quem fala mais alto é o dinheiro”;

– “Até nas flores se vê a diferença de sorte; umas nascem para enfeitar a vida, outras para enfeitar a morte”;

– “Viva a fartura que a miséria ninguém atura”;

– “O homem tem um minuto de bobeira por dia. Quando diz o que não devia, faz o que nunca deveria ter feito e age como nunca deveria ter agido… Deve esperar sempre…”;

– “Ao mundo vim sem nada e dele assim partirei”;

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