Outro dia escrevi sobre algumas das minhas memórias artísticas. Falei sobre vários nomes que fizeram parte daquele momento e que me são saudosos. Por falha desta minha memória (acho que agora é apenas uma pequena lembrança) omiti alguns nomes. Depois de editar aquele texto, sentindo imensamente a gafe que havia praticado, recorri ao socorro de meu amigo e irmão Jose Carlos M. Navarro, que inclusive está publicando textos neste nosso "cantinho da memória" (com a devida aquiescência do saudoso Fiore Gigliote) e ele me deu uma tremenda ajuda, lembrou-me do grande amigo daqueles dias e hoje conhecido como "o rei da dublagem" que é, nada mais, nada menos que MARCELO GASTALDI (fizemos muita bagunça juntos).
Já que a memória não está me ajudando muito, juro que tentei me lembrar do nome de outro grande amigo daquela fase, violonista de mão cheia, musico excepcional, encarregado de vários números musicais do espetáculo, e que nos intervalos dos ensaios gostava de imitar o andar da "pantera cor de rosa".
Tenho certeza, apenas, que ultima vez que o encontrei estava como responsável musical (arranjos e acompanhamento) de um show do grande interprete Pery Ribeiro (filho da união0n de Dalva de Oliveira e Herivelto Martins) na antiga casa de espetáculos Inverno e Verão.Naquela oportunidade, tentei falar com ele e não consegui. Que pena!Compromissos de memória em parte quitados, vamos partir para novas lembranças.