No último, ou penúltimo encontro das redondas (pois tenho certeza que não foi e nem será o ultimo), acontecido dia 18 P.P., do qual eu me fiz presente com a esposa…
Hospedado fiquei no Hotel Mercore que fica situado bem no coração da Paulista, ou seja, na Rua São Carlos do Pinhal quase esquina com a Brigadeiro, e que pertencente a rede Accor de Hotéis.
Por ter chegado bem antes do horário do compromisso, que só iria acontecer as 20h, tive tempo mais que suficiente para andar pela nossa querida, bela e chique Av. Paulista, como também pela Brigadeiro e 13 de Maio.
Notei, então, como é gostoso andar pelas ruas de nossa querida São Paulo, recordando lugares no passado percorridos na pressa da juventude, e hoje palmilhada na tranquilidade da terceira idade, e é claro, já aposentado, e graças a Deus com boa saúde.
Andei pela Rua dos Ingleses e me recordei do Teatro Rute Escobar. Passei pela cantina Ce Que Sabe, onde, em 1989, gravei uma pegadinha para o programa Silvio Santos, em que encenei um cantor que falava muito bem e só gaguejava quando cantava, ao contrário do Nelson Gonçalves.
Pude notar que o velho Bixiga continua lindo com seus teatros, suas casas noturnas e seus restaurantes tradicionais.
Andando pela Brigadeiro, notei que o prédio onde outrora foi um belo cinema e durante alguns anos foi auditório da TV Bandeirantes, onde participei como recente contratado da emissora ao lado de outros comediantes de um jogral, escrito pelo famoso redator e comediante Aluisio Silva Araújo, especialmente para esse show inaugural, foi o mesmo palco e auditório que serviu como cenário para inúmeros shows de famosos, artistas, inclusive da incrível Ellis Regina (a maior cantora do Brasil depois da Ângela Maria). Notei que o mesmo hoje em dia abriga uma igreja pentecostal evangélica.
Bem em frente ao mesmo, lá estava o velho Moraes, onde dali a pouco, às 19h30, estaríamos reunidos, nós, os amigos do blog Memórias de Sampa e do simpático site São Paulo Minha Cidade, para mais um encontro dos redondos com as redondas.
Subi a 13 de maio e fui até o Shopping Paulista que eu ainda não conhecia, ou melhor, o prédio já me era bem familiar, pois abrigou a famosa Loja da Sears Roebuck, que eu ainda bem jovem achava muito linda, a única que, na minha opinião, superava o tradicional Mappin.
Depois, de volta ao hotel, pela Avenida Paulista pude admirar de passagem dois ou três casarões ainda restantes nessa nossa simpática e famosa avenida, como também o festival de antenas que assolam a maioria dos prédios de nossa querida cidade, fazendo com que todos percebam que, apesar das pessoas, poucos se comunicam entre si hoje em dia. Estamos vivendo em plena era da comunicação e foi pensando exatamente nisso que resolvi escrever esse texto.
Comunicando a todos que vierem para compromissos em São Paulo, que venham mais cedo e aproveitem um tempinho para passear um pouco em nossa querida capital e, sem pressa, olhar de perto seus detalhes, suas lojas, seus costumes, pois é muito bom visitar e passear nessa nossa querida cidade.
Tenho certeza que você vai voltar mais feliz para casa cantando esse canto que eu ouvi ainda bem pequenino e nunca mais esqueci:
“He, São Paulo. He, São Paulo.
São Paulo da garoa,
São Paulo, que terra boa.
He,he, he, São Paulo.”
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