Estudei no instituto na época de 1955 a 1959, lembro-me perfeitamente do grande dormitório, com vários corredores de camas com seus pequenos armários (altos e estreitos) ao lado. Todos se recolhiam no mesmo horário e fazia-mos uma oração antes de deitar. <br><br>Acordávamos com o soar de uma campainha e, era aquela correria para ir ao banheiro, para logo em seguida nos dirigir ao refeitório para tomar o café com pão e manteiga. <br><br>As missas eram sagradas, tanto na parte da manhã como ao entardecer, isso diariamente. <br><br>Lembro-me de uma estrutura de ferro, em forma de triangulo com vários degraus, onde aos domingos (de visita), ficávamos trepados nos lances mais altos, para visualizarmos a entrada de nossos entes pelo portão principal. Aí, era aquela correria para esperá-los no portão que dava entrada para o pátio. <br><br>Tenho algumas fotos da época da Páscoa, onde estou literalmente dentro de um ovo de páscoa de tão grande que era. Não consigo lembrar dos nomes do pessoal da época, dos meninos, acho que um que se chama Aquidilino e o Frederico que de tanto tempo que lá estava, já servia ao exército. <br><br>Dos padres, o Irmão Leão (sempre com seu bastão na mão), Irmão Francisco, Padre Izidoro, Padre Adelino (sempre tentou me ensinar a tocar piano), Padre Antonio. <br><br>Adorava quando era designado a ajudar a rezar missa na igreja do Largo do Paissandú, uma perua nos levava até o local onde após o término, almoçávamos e retornávamos para o colégio, a alegria era por conta de sair por alguns instantes.<br><br>Quem sabe se alguém ler a minha história e talvez lembrar do Luizinho, comente alguma coisa e dê uma refrescada em minha memória, para novo depoimentos. <br><br><br>E-mail: [email protected]