Nasci no maior bairro do mundo, o Brás; na mais conhecida das ruas, a Caetano Pinto dos italianos, “palestrinos” de verdade, campeões do século XX do futebol brasileiro, futebol que se iniciou num jogo trazido por “Charles Miller” na Rua do Gasômetro, no Brás.
Sou neto do rei da mortadela e joguei no maior e mais conhecido clube de várzea de São Paulo, o “APEA”. Que sorte que eu tenho, passei minha infância, adolescência e juventude escutando histórias maravilhosas deste bairro e “APEA” maravilhosos.
Obrigado meu Deus, sou um felizardo por ter vivido tudo isso. Alguns podem sentir-se menosprezados por eu citar tudo isso com tanta inflamação, mas nada é igual ao meu BRÁS, meu Palestra e meu “APEA”; e o melhor é que tudo que relatei é a mais pura verdade, podem torcer o nariz, mas no fundo todos sabem, dos mais diversos lugares desta cidade, desses fatos. É tudo registrado. VIVA!
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