Estava me lembrando daquela época e dos bailinhos que freqüentávamos todos os sábados. Normalmente era na casa de alguém. Familiar. Lembro-me daqueles da Rua Maurício de Lacerda, em São Judas, e da Rua Alfa, na Vila Guarani. Nos domingos íamos a um clube em Americanópolis, na época era barra pesada. Mas conhecíamos o pessoal e não tinha problema. Ao som de Adamo, Jonnhy Rivers, Martinha, Roberto Carlos, The Jordans, Incríveis, entre tantos outros… Era muito legal. Nos bairros um pouco mais elitizados, ouvíamos Ottis Reding, Procol Harum. Lá só às vezes punham Roberto Carlos. Ah! Tocava-se também Eric Burdon & The Animals – San Franciscan Nights. Quando não conseguíamos baile familiar, o jeito era ir a um clube e pagar a entrada. Era muito caro para nossos padrões de idade (17/18 anos). Quando alguém comprava um Cuba Libre todo mundo falava: “Tá cheio da grana, hein?”. Sabem de uma coisa? Nós éramos felizes.
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