No silêncio da minha sala nesta noite de sábado sob a luz do abajur, meus pensamentos se voltam para lugares por onde andei, pessoas que conheci, a Rua Bresser, a Celso Garcia, a João Antonio de Oliveira, por onde andará Elisiário Rodrigues Pardal, cujo pai era proprietário da SERVAL, empresa de transportes? Ou o José Luiz Fins, que residia no Pari, com quem trabalhei na Iris na década de 60, sobrinho do Geraldo Pereira, que atuou na TV Tupi em 1960 e veio a casar-se com a Dagmar, também minha colega de trabalho na Íris? Ou ainda o Geraldo, um excelente jogador de futebol, profissional da Portuguesa Santista e, na várzea atuando pelo Luzitano do Pari, também fazia parte do C.A. Indiano? O João Speranza, com quem trabalhei na Indústria de Luvas Duráveis e com quem nas horas de lazer varava a noite no Dancing Avenida, batendo longos papos e ouvindo a orquestra do Silvio Mazzuca e o conjunto do Tobias Troisi? Por onde andarão esses velhos amigos cujo contato perdi face as circunstâncias da vida?
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