São Paulo de todas as tribos

Nas ruas movimentadas, a cidade que nunca dorme. São Paulo, o caldeirão de sonhos que o tempo converte. De todas as tribos, cores e sotaques diversos. No pulsar constante, a metrópole se faz universo.

Arranha-céus que tocam o céu, como lanças de esperança. Entre concreto e selva, a dança da bonança.

Nas esquinas agitadas, a miscigenação se revela. São Paulo, cidade que acolhe, onde a vida se cela.

Nas vielas estreitas e avenidas sem fim. O coração pulsante de um gigante assim.

Da Paulista ao Bixiga, o sabor da diversidade. São Paulo, poesia escrita na urbanidade.

No caos dos dias, surge a arte em cada esquina. Grafites que contam histórias, uma tela paulistana.

Do Ibirapuera à Sé, a história se entrelaça. São Paulo, labirinto de culturas que abraça.

No trânsito intenso, o ritmo acelerado. A cidade que não para, sempre do lado agitado.

Das marginais à Mooca, a alma paulistana. São Paulo de todas as tribos, uma metrópole que emana.

Nos parques e praças, respira a natureza. Um respiro em meio à selva de concreto que preza.

São Paulo, gigante que guarda em cada canto. A essência de um povo, em cada recanto.

São Paulo de todas as tribos, sob o céu urbano. Onde o passado e futuro se entrelaçam na mão.

Cidade que pulsa, inspira e encanta. Em cada ruela, em cada avenida, São Paulo canta.