No centrão da terra da garoa
De janelas para a rua
Velhos na praça, à toa
Casarões no tempo tatua
Desta ou aquela pessoa
A história… e a vida continua
Os moleques, descalço o pé
De juventude nua
O boteco de seu Josephe
De outrora, tão fugaz!
O ambulante vende leque
A italianada em cartaz
Nas cantinas, nos bares
Aqui é o Brás!
Terra de todos os lugares…
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
02/04/2020, 12’58” – Brás, São Paulo