Em 1965 eu morava no Jardim Brasil, Zona Norte de São Paulo, as ruas eram de terra preta e o mato imperava na região, eram pouquíssimas casas todas muito simples.
Próximo à Estação Pinheiros do metrô, representantes de uma ONG utilizando coletes estampados com uma fase alusiva a crianças solicitavam auxílio aos passantes – dinheiro, claro. Se os pedintes
Capelinha de Melão, É de São João, É de cravo, é de rosa, É de manjericão. São João está dormindo, Não acorda não, Acordai, acordai, Acordai João… Essa é