Numa pequena Rua do Brás, espremida entre a avenida Rangel Pestana e a linha do metrô, cerca de 50 pessoas reuniam-se todas as sextas-feiras à noite para ouvir os maiores
Estamos em 1956, eu já estava metido com os assuntos para-escolares do Colégio Frederico Ozanam, já fazia parte da Diretoria do GEFO (Grêmio Estudantil Frederico Ozanam). Conheci, então, um aluno