São Paulo está sob chuva forte. Estou parado entre paredes frontais de lojas de vitrines da rua Barão de Itapetininga, sob as suas marquises. De lá avisto o Teatro Municipal
O trotar de cavalos a puxar carroças estalando nos paralelepípedos; o badalar dos sinos de todos os dias; o apito inconfundível da maria-fumaça; as músicas celestiais e fúnebres que ouvíamos