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Categoria - Outras histórias Coisas de cidade grande Autor(a): Ana Regina Carnevalli Parra - Conheça esse autor
História publicada em 03/03/2015

Em ano o senhor nasceu?

Em 1822!

Ai meu Deus!

Isso é o que dá ficar com as orelhas bem vermelhas

de tanto esperar pela voz de uma pessoa de

prestadora de serviço!

A gente só quer falar com a atendente.

Aí, vem uma voz de máquina pedindo para discar números,

a sequência parece inacabável, quando vai do 1 até o 9,

a gente já esqueceu o informe da inicial.

Quando finalmente acerta e alguém atende,

a primeira pergunta é : “quer que eu repita o número do seu protocolo?”

Justo aquele número quilométrico!

Às vezes, depois de tanta espera, a atendente afirma que não é aquele número!

Deve ligar para o número XXXXXXXXXX. E quando liga para o indicado,

trata-se de atendimento empresarial.

Dá vontade de explodir! Tente também, vai ver...

Credo! Que irresponsabilidade, inconcebível tal qualidade,

por qualquer valor que se pague.

Deve ser de propósito, querer brincar com a nossa paciência

distrair com a anotação e desviar a atenção!

A gente só quer ser atendido, e ter a situação rapidamente resolvida!

Coisas a serem ainda resolvidas na cidade de São Paulo!

 

E-mail: arcparra@ig.com.br
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Publicado em 23/04/2015

Olá Ana, concordo contigo é de dar nojo destas empresas que nos propagandas tentam deixar uma imagem de empresa exemplar, que faz tudo pelo cliente, que quer o bem estar do cliente, mas que na verdade depois que o cliente contrata os serviços , eles deixam os clientes sem saída, dificultam o máximo possível para resolver problemas que muitas vezes são muito fáceis de serem resolvidos, sem contar que se o cliente quiser cancelar o serviço aí pode esquecer pois vai precisar de muita paciência e tempo, resumindo absurdo dos absurdos, vamos esperar que homens honestos tomem providências para que isso acabe de uma vez, um grande abraço Ana e vamos acreditar...

Enviado por Leonel Esteves - et.leo@bol.com.br
Publicado em 06/03/2015

Retrato vivo dos atendimentos telefônicos atualmente em São Paulo, desrespeito total, com o cidadão. E quando se trata de agendar consultas... vc é atendido só por gravações...

Parabéns, pela lembrança, Parra.

Modesto

Enviado por Modesto Laruccia - modesto.laruccia@hotmail.com
Publicado em 04/03/2015

Isto é um martírio...Dizem que o código do consumidor proíbe este desrespeito com o cidadão,mas na prática eu nunca vi este tal código funcionar Ouvir a sequencia de opções até o 9 é pior do que ouvir um xingamento contínuo,daqueles que parece nunca acabar.O pior é quando você consegue depois de aguardar na linha uns 10 minutos a pessoa pede todos os seus dados,nome de pai mãe endereço etc...e aí te diz vou transferir para o setor responsável...e aí mais 10 minutos você repete tudo e.... depois cai a linha...ME DIGAM O QUE FAZER!!!

Enviado por Walquiria - walquiriarocha@yahoo.com.br
Publicado em 04/03/2015

Realmente, Ana, dá mesmo para perder a paciência... um beijo, querida.

Enviado por Vera Moratta - vmoratta@terra.com.br
Publicado em 04/03/2015

Ana Regina vou aproveitar o tema do seu texto e fazer uma confissão. Não riam deste velho caquético, por favor. A verdade é que quando sou atendido por uma dessas malévolas máquinas, fico tão estressado que termino discutindo com elas em altos brados e desferindo alguns palavrões que não encontram qualquer eco.

Na verdade devo agradecer tais máquinas, elas me permitem desabafar e destilar minha bile.

Enviado por Miguel S. G. Chammas - misagaxa@terra.com.br
Publicado em 03/03/2015

É uma tortura!

Enviado por Marina Moreno Leite Gentile - dagazema@gmail.com
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