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Categoria - Outras histórias Imigrantes Autor(a): Luzia Helena Junqueira - Conheça esse autor
História publicada em 16/05/2014
Tenho acompanhado com certa tristeza o número de imigrantes que procuram nosso país. Sei também que ninguém deixa sua terra natal só por aventura. Mas na maioria dos casos é para não morrer de fome, doenças e até guerras.
 
Pensei: como fica o coração das famílias dos que tentam fazer mudar o rumo de suas histórias? Em outra parte do mundo, às vezes, nem falar o idioma, mas com certeza, com muita fé e esperança. 
 
Nosso país tem muitos problemas sem solução, nem por esse motivo deixamos de acolher aos que pedem ajuda. Sou de família descendente de portugueses, meu avó chegou um dia com uma maletinha de roupas, trabalhou muito, só assim pode trazer minha avó e a filha. Aqui fez do trabalho tudo que pode dar a nós que nascemos muitos anos depois. E sei que para quem trabalha nossa terra não nega os frutos.
 
Espero ainda ver esses irmãos imigrantes vitoriosos em seus empregos e que possam fazer parte junto com suas famílias de um país que, se ainda não é de primeiro mundo, não vai faltar abrigo a quem o procura em horas difíceis, na verdade, somos um povo amigo de todos. E em São Paulo, como coração de mãe, sempre cabe mais um ou mil.
 
E-mail: luziahelena030746@gmail.com
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Publicado em 22/05/2014

Que assim seja, e que nós possamos também valorizar o que temos de bom aqui, e não somente criticar.

Parabéns pelo seu texto.

Enviado por Julia Poggetti Fernandes Gil - gibajuba@yahoo.com.br
Publicado em 22/05/2014

FOI saber dá chegada dos HAITIANOS,e até outros que não aparecem por ser em números menores,a minha vontade de expor o que pareceu á mim,uma luta difícil.SEI que há pessoas disposta a trabalhar e enfrentar desafios para sobreviver.COMO moro distante da capital não vejo muitos imigrantes por aqui.SÓ uma mãe enfrente á uma loja chamou minha atenção pela forma carinhosa como falou ao filho,um garoto de uns 12 anos.PERGUNTEI á ela de onde ela era e respondeu ser do QUENIA.SOTAQUE quase brasileiro,mas amei o modo de conversar e desejei que fosse feliz em nosso país.

Enviado por Luzia Helena Junqueira - luziahelena030746@gmail.com
Publicado em 21/05/2014

Luzia, este país é abençoado por Deus, temos um vasto território a ser ocupado e com certeza todos aqueles que vierem em busca de melhores dias com certeza serão vitoriosos e muito bem acolhidos e contribuirão também para o progresso de nossa nação, parabéns pelo texto.

Enviado por Nelinho - lt.ltesser@hotmail.com
Publicado em 18/05/2014

Estou com voce e vamos torcer juntos , pois a vida de um imigrante nao e facil principalmente quando ele chega e nao tem dominio do idioma do pais que o esta acolhendo . Eu fiz isso a 49 atras .Falo por experiencia propia , o primeiro ano foi o pior, ate que aprende-se o idioma dai para frente foram vitorias em cima de vitorias gracas a Deus .Valeu seu lindo texto. Abracos Felix

Enviado por João Felix - jfvilanova@gmail.com
Publicado em 17/05/2014

O mundo não deveria ter "cerca" de fronteiras, nem de línguas e povos diversificados que por algum motivam emigram de seus locais de origem e migram por um vasto caminho até se tornar imigrante em algum lugar estranho. O Brasil não tem rosto de identidade, pois somos uma grande gama de etnias, o que temos é um vasto coração. A "AUTERIDADE" é a aceitação do outro com toda suas diferenças. Construir sempre, destruir jamais!

Enviado por Carlos Fatorelli - cafatorelli@gmail.com
Publicado em 16/05/2014

Luzia, conheço e entendo bem essa história de migrações, meus pais e conterraneos que vieram da Polônia depois da guerra sofreram demais com o idiona e alimentação e emprego, bem lembrado pelo seu texto,Estan.

Enviado por Estanislau Rybczynski - estan_tec@hotmail.com
Publicado em 16/05/2014

Certamente Lu.

Aqui é como coração de mãe.

Parabéns pelo seu texto , curto e manda uma bela mensagem.

bjos

Enviado por Benedita Alves dos Anjos - dosanjos81@gmail.com
Publicado em 16/05/2014

Luzia, minha querida. Eu penso a mesma coisa. Aqui em Fpolis, os haitianos estão nas ruas distribuindo panfletos de propaganda, em postos de gasolina. Eu percebo a origem, converso um pouco com eles e termino com um verdadeiro "Deus te abençoe". Vamos, sim, acolher. Parabéns, Luzia. Um beijo.

Enviado por Vera Moratta - vmoratta@terra.com.br
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