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Categoria - Nossos bairros, nossas vidas Saudades do antigo bairro do Braz Autor(a): Domingos Ricardo Chiappetta - Conheça esse autor
História publicada em 25/05/2007

Nasci no bairro do BRAZ, maternidade D.Pedro II, em 1941. O JARDIM DA INFÂNCIA NO LICEU VERA CRUZ, com a Professora Dona YAYA, o mesmo Liceu que o EX Presidente do Brasil, como professor na época ali lecionava e atirava giz nas cabeças dos alunos do curso ginasial. BRAZ MEMORÁVEL, na mesma rua Piratininga, além do Vera Cruz tinha a escola GETULIO VARGAS, posteriormente cursei o primário na Escola GRUPO ESCOLAR ROMAO PUIGGARI, na Av. Rangel Pestana, do 1o.ano Profa. OTACILIA, DO 2o ano D.LUCY, do 3o.ano D.YOLANDA e D.AURELIA, no 4o.ano dona ELVIRA SANSONE, que saudades do ROMAO PUIGGARI, até hoje está idêntico e deveria ser TOMBADO pela beleza que ostenta. Saudades do futebol de rua, bola de meia velha das nonnas, do pega pega meninos contra meninas, pular corda, bicicletas, patinetes, bola de gude, empinar papagaios, rua Professor BATISTA DE ANDRADE, tranqüila, com as famílias após o jantar reunidas nas calçadas, rua MELLO BARRETO,rua CAETANO PINTO, jogo de futebol entre os meninos e torcida feminina. Já nesta época meus nonos, proprietários da ADEGA DO BRAZ, narua JAIRO GOÉS, ao lado da MATRIZ BOM JESUS DO BRAZ, foi CANTINA e PIZZARIA desde l926, posteriormente de meus tios DIONIZIO E VICENTE FORTE, APÓS com nossa FAMILIA CHIAPPETTA, minha mãe LUCIA, meu PAI CARMINE CHIAPPETTA e eu DOMINGOS RICARDO até 1982. Ocorreu um dos milhares fatos históricos, quando a ESTAÇÃO DO BRAZ AINDA COM PORTEIRAS E TREM RIO-SÃOPAULO, trouxe os primeiros campeões mundiais de futebol, clube SE.PALMEIRAS, onde eu estive com finado pai na recepção e chegada dos craques, fui para cima do carro de bombeiros junto da COPA RIO, isto com meus 10 anos. Ora como era formoso e belo o bairro do BRAZ, colado ao bairro da MOOCA. As tradicionais famílias com a miscigenação e integração representavam um só PAÍS. Hoje em dia restam 2 Cantinas, diversas comercializações de artigos de couro, plásticos etc. Permanecem as Igrejas e o Grupo ESCOLAR ROMÃO PUIGGARI. Saudades igualmente do 30 de OUTUBRO, escola técnica da FAMILIA ALLEGRETI, onde tive a honra de lecionar e ser paraninfo em muitas formaturas. AH, TERIA AINDA MUITO, MUITO MAIS...........

e-mail do autor: domingoschiappetta@ig.com.br

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Publicado em 26/03/2013 Parabéns, suas memórias são fidedignas. Dona Lucy era irmã de Dona Iolanda e Dona Otacilia era realmente a professora do primeiro ano. Em 1968 voltei a estudar, já aos 28 anos, no 30 de Outubro, onde me formei. Minha professora no 4° ano foi a Dona Ruth Pastana. Lembra-se dela? Enviado por adalberto dos santos - adalbertosantos2004@terra.com.br
Publicado em 14/08/2010 Prezado senhor Domingos Chiappetta, procurando notícias, sobre a Ade defrontei com o seu relato, e com isso de imediato vieram à minha cabeça momentos de minha infância e pré adolescencia, provávelmente tenhamos estados próximos um do outro. Na rua Jairo Góes, eu morei em frente a pizzaria Castelões, minha mãe espanhola, tinha uma pensão bem em frente.Estudei no colégio Romão Puigggari,e ajudei a plantar uma das arvores de pau Brasil que estão na frente da escola. Enviado por Jesus Enrique Arias Fernandez - jesushenrrique@hotmail.com
Publicado em 02/02/2010 Nasci no Guarujá, mas morei no Brás dos meus 14 aos 33 anos (1971-1990), residi no prédio das Casas José Silva (Rangel c/ Prof. Batista) e na Carneiro Leão (entre a Rangel e a Claudino Pinto - prox. R.Sobral) tive bons momentos e grandes amigos, estudei no Annie Frank (Romão) e no Trinta(R.Oiapoque), tinha amigos na Correia de Andrade e muitas vezes tocava violão lá e jogava futebol. Bons tempos, conheci muito o André Baroni (pianista dos Moscas - banda de baile). Bons tempos. Enviado por Carlos Rocha - carlos.rocha88@terra.com.br
Publicado em 14/01/2010 caro Domingos, quase tudo certo nos seus comentarios, mas o professor que atirava giz nos alunos era o Jarbas, professor de Historia do Brasil.
gostei muito do que vc escreveu.
Seu pai o Carmine gostava muito de mim, trabalhei no mercadão por muito tempo.
Ele gostava muito do Bira do bar, vc lembra do Bira. João Plastina
Enviado por João Plastina - joaoplastina@gmail.com
Publicado em 13/09/2009 Nossa fiquei emocionada ao ver o comentário do Colégio 30 de outubro onde minha amiga estudou, porém reparei que não houve nenhum comentário a respeito do Colégio Santos Dumonte, onde eu estudei colegial técnico no ano de 1981, ficava ali na rua Coimbra, se alguém souber me dizer o que aconteceu com o Colégio, gostaria muito de saber, já que algum tempo atrás passei no local e vi que o colégio já não mais existia.Obrigada Enviado por Sonia Regina de Souza Rodrigues - soniaregina_srod@hotmail.com
Publicado em 21/04/2009 quantas saudades do colégio, primeira namorada, dos amigos(as) da R Batista de Andrade (antes do Metrô)onde realmente se vivia. Abraços Enviado por marcello dos santos - marcellodossantos@rocketmail.com
Publicado em 11/03/2009 fico super feliz em ler seu relato, vivi nesta mesma epoca, neste mesmo local precisamente na rua parana trv da rua piratininga, tempo magico,estive a cerca de 60 dias para visitar igreja Sao Braz fiquei agustiado, de ver o estado de conservaçao da igreja Enviado por joir izaack - joia.joia@bol.com.br
Publicado em 25/10/2008 Sr Domingos eu tambem nasci e vivi no bairro do brás,eu e minha familia moravamos na Rua Martim Burchard .Talvez o senhor conheça meu pai Carlos Collalto ,barbeiro que possuia um salão na rua Correia de Andrade.Eu e meus tres irmãos estudamos no grupo escolar Romão Puiggari, frequentamos todos os cinemas do bairro , iamos nas quermeses da Cassaluce e São vito .todos os dias antes de ir para a escola eu ia na igreja do bom Jesus do Brás e rezava junto a imagem de Sta Rita de Cassia de quem sou devota até hoje.Meu Avô Demetrio Remorini era congregado da igrja e lembro de ve-lo trabalhando na restauração da igreja do bras , em andaimes improvissados uma altura que de olhar dava medo .Outro fato interresante foi a enchente da decada de 60, onde toda zona cerealista ficou debaixo dagúa, minha tia Maria morava na rua do Gasometro e foi de barco para casa , o elevador do predio foi alagado ,a altura da agúa atingiu mais de 2 metros de altura , só poupando a santa que ficava ao lado dele.Agradeço imensamente por poder contar esses fatos , pois as lembranças são muitas e lembar me fazem bem obrigada . Enviado por Catia Collalto Nicolau - catiacollalto@hotmail.com
Publicado em 07/10/2008 Caro Sr. Domingos...
Devo ser a mais nova por aqui no momento, mas nasci e me criei na Rua Prof. Batista de Andrade e conheci muito bem seus pais, além de ter saboreado diversas vezes a deliciosa pizza da Cantina na Rua Jairo Goes. Meus pais e minha avá foram pessoas ativas na igreja Bom Jesus do Brás, e eu como todos que moraram neste bairro, também estudei no Romão Puiggari, mas não conheci as professoras que citou. Quero dar-lhe meus parabéns por essa iniciativa de escrever sobre este bairro, que apesar de já não ter muitas características daquela época, guarda histórias de um povo que por lá foi muito feliz.
Enviado por Kristina Perez - kristinaperez27@gmail.com
Publicado em 27/09/2008 Caro Chiapetta, descobri seu site quando estava procurando lembranças do Braz(Rua do Gazometro). Não sou paulistano,mas estive por um tempo, entre 75 a 80, fazendo entregas no Braz, eu trabalhava como motorista de caminhão. Hoje recordo com carinho aqueles dias, pois gostava de apreciar a arquitetura do Bairro e lá almoçar: boas feijoadas,e deliciosas dobradinhas.Aos vinte e um anos fui pela primeira vez na Rua do Gasometro, eu que morava no interior, na época, fiquei impressionado com a rua. Hoje tenho saudades dela e gostaria de saber mais sobre ela.Moro em Indaiatuba, perto de Valinhos, terra de Adoniram Barbosa que com suas letras nos fez admiradores do Braz.Foi bom conhecer sua historia e com certeza muitos de seus amigos se recordarão de seu tempo. Um abraço. Enviado por marco antonio doi - marco.doi@terra.com.br