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Categoria - Outras histórias Me marcou demais... Autor(a): Rita de Casia Garzi - Conheça esse autor
História publicada em 16/02/2012
Olá, meu nome é Rita de Cassia Garzi. Minha história marcada de São Paulo é minha infância no Brás. Nós morávamos na Rua Carneiro Leão, mais ou menos em 1970, no Bairro havia muitos italianos e paulista da gema.

Minha casa era grande e bonita, e ficou marcada porque foi a última vez que ficamos unidos como família. Nós éramos cinco pessoas, papai chegava e sempre trazia doces e nós levávamos o chinelo na porta; minha mãe servia a janta com um aparelho de jantar maravilhoso, papai queria a sopa de entrada e, como um bom italiano, não podia faltar o pão e o queijo gorgonzola. O gosto dessa época chama-se marrom glacê -quando sinto falta da família eu compro um marrom glacê.

Havia enchentes nessa época, na Carneiro Leão, eu lembro que eu e minha irmã nadávamos muito na água suja. Era tão divertido! Nem nos dávamos conta dos perigos de contaminação. Bom eu sei, muitas águas rolaram e me orgulho de falar dessa época, embora tudo agora esteja tão diferente e difícil de viver... Naquela época era tudo bonito, a escada de madeira, a sacada...

Bom, acho que vou comer um pedaço de marrom glacê.


E-mail: rita.garzi@bol.com.br E-mail: rita.garzi@bol.com.br
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Publicado em 19/01/2013 GOSTEI DE LER ESSA HISTORIA PARECE UM POUCO COM A MINHA Q CONHECIDENCIA ESTAVA PENSSANDO NA MINHA ESSA SEMANA TODA NAO SAIA DA CABECA AS AGUAS SUJAS DO PASSADO JAMAIS SUJARIA UM COra çao verdadeiro Enviado por EMERSON GESSO - EMERSONRAFA@YAHOO.COM.BR
Publicado em 07/03/2012 Oi, Rita. Nasci no Brás, rua Visconde do Parnaiba. Mudamo-nos para a Vila Pompéia quando eu tinha quatro anos. Voltamos para o Brás quando eu tinha uns 15 anos, após um ano fora por ter morado em São Roque, para tratamento médico do meu pai.Nesse retorno moramos na casa de minha avó na rua Bresser (acredito que no local onde hoje está a estação do metrô. Sobre o marron-glacê confesso que a invejo pois quando me bate a saudade lembro da "pastieri de grano" e da "esfogliatela" que minha mãe fazia e que por algum tempo comprei no "Dicunto". Hoje estou muito longe e minha mãe mais longe ainda. Esses sabores ficaram apenas na lembrança. Enviado por adelmo vidal - adelmovidal@hotmail.com
Publicado em 22/02/2012 É Rita,infância a gente não esquece, principalmente se tivemos amor. O resto, água suja, "possíveis ratos" que vinham não sei de onde, tudo isso fica pequeno. Parabéns pelas lembranças boas. Enviado por Wanda Tiezzi - wandatiezzi@hotmail.com
Publicado em 22/02/2012 Bela história sobre sua infância no Brás,eu vivi por um tempo na Bela Vista.Adorava também Marron Glacê,acho que foi o doce preferido da época.Um abraço! Enviado por Ana Maris de Figueiredo Ribeiro - anamarisribeiro@ig.com.br
Publicado em 21/02/2012 Rita, nossa vida é cheia de cores e sabores, a nossa infância é repleta dessas sensações que nos levam ainda hoje a retornar ao passado, graças a Deus podemos dizer que tivemos algo para lembrar.Abraços Sõnia. Enviado por Sonia Maria de Paula - depaula.artes@ig.com.br
Publicado em 20/02/2012 Eu quando criança morava na Vila Formosa e na Rua Templários, onde eu e meus familiares morávamos, também havia enchentes e eu, como vôce, brincava na água suja,naquele tempo toda criançada fazia isso,acho que ficamos imunizados. Enviado por Nercy Grabellos - nercygrabellos@superig.com.br
Publicado em 20/02/2012 Como é bom recordar... morávamos no mesmo bairro e o doce preferido da minha mãe era o "marrom glacê" que vinha em uma lata redonda. Acho que vou lhe fazer companhia... mandei comprar o doce! Parabéns Enviado por Lia Beatriz Ferrero Salles Silva - lia.ferrero@hotmail.com
Publicado em 19/02/2012 RITA: (Com certeza absoluta, nome mais lindo não há). Poís bem RITA: coloque sobre o seu pedaço de marron glacê, um pouco de chocolate granulado e depois cubra-o com creme de leite (Nestlê). Aí, você saboreará uma sobremesa inesquecívelmente deliciosa. Valeu ! Enviado por xico lemmi sãopaulino - francisco.lemmifilho@yahoo.com
Publicado em 17/02/2012 muito delicada essa história,ma fez perceber que as lembranças podem estar nos gostos,no sabor,acho que a minha é o leite quente com pão e manteiga,foi muito bom ter pensado nisso obrigado Enviado por Davi de carvalho - davcarv@bol.com.br
Publicado em 17/02/2012 Seu texto tem gosto de nostalgia...Muito meigo! Meu marido também nadou muito nas enchentes do IAPI-Cambuci... Diz que ele e os amigos nunca se preocuparam com contaminação ou com qualquer tipo de consequência que poderia ocorrer ...Nunca nenhum ficou doente após nadar nas enchentes! Tente fazer isso hoje!!! Abraço Célia Enviado por Regina Célia de Carvalho Simonato - rcsimonato@hotmail.com
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