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Categoria - Nossos bairros, nossas vidas Saudades do Alto do Pari - Turma da Aparecida e Rio Bonito Autor(a): Camillo Cheratto - Conheça esse autor
História publicada em 11/08/2009
Ao ler várias passagens de moradores do Pari antigo, me veio à memória as gostosuras da minha infância e adolescência, tempos em que estudava no Orestes Guimarães, que ficava onde hoje é o Hospital N. S. do Pari, onde na saída pegava o bonde 49 Canindé, e saltava na curva da Padaria Turim para não pagar passagem.

Saudade do tempo em que jogava futebol no campinho da Bom Jardim, e também ia assistir aos jogos do Estrela e do Serra e as vezes assistia aos jogos do Luzitano.

Também me veio à lembrança os meus amigos do time da Aparecidinha, Irineu, Tonhinho bailarina, João alemão, Carlos vacalouca, Oswaldinho grillo, Arnaldo, Miltão e outros.

Tempos em que nesta época de festas juninas fazíamos fogueiras e as nossas mães se uniam e faziam bolos e ficávamos até tarde da noite se divertindo e soltando balões, o que hoje é proibido.

Saudades também das festas da Portuguesa e do Sta. Therezinha, do cinema da Capelinha, que o Seu Mauricio passava após a missa do domingo.

Tempos em que estudava no Ginásio Paulista do Sr. Linão e Dna. Beatriz, e ia pescar na Lagoa da Portuguesa, junto com o Silvino e o Vanderlei Weingrill.

Aos sábados à tarde, na pracinha do fim da cachoeira, ao lado da venda do seu Bernadino, havia disputas de jogos de cacheta e bocha.

Tempos estes que não voltam mais.

Saudades da turma da São Biagio e Rio Bonito, Loreto, Valter, Nelson, Celso, Wilson alemão, Xisto, Totó, Wilson Didi, Ari e seu irmão cabeção.

Tempos estes que não voltam mais e quem os viveu jamais esquecerá.

Vou parar por aqui senão ficarei escrevendo até amanhã.

e-mail do autor: camineusa@hotmail.com E-mail: camineusa@hotmail.com
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Publicado em 22/02/2011 Ao ler esta historia voltei ao meus tempos de Pari,morava na Rua Alan Kardec, fui muitas vezes no cinema da capelinha conheci, Xisto, JABURU,etodos os caras que vc citou.existia o portao que dividia nossos lados vc se lembra co colegio das freiras, e do camininho do Luciano.espero que vc se lembre abraços Flavio. Enviado por flavio moreira - flaviomoreira22@yahoo.com.br
Publicado em 10/01/2011 Il semble que vous soyez un expert dans ce domaine, vos remarques sont tres interessantes, merci.

- Daniel
Enviado por - danielaubreyx@live.fr
Publicado em 05/08/2010 Sua hitoriame fez relembrar velhos tempos em que vivi no Pari,não sei se esse Nelson teria a ver com meu falecido marido que jogava no luzitano e segundo o que diziam era um craque, conhecido por Nelsinho,mas a turma dele se reunia na padaria Belo Horizonte na esquina das ruas Joâo Boemer com a Virgilio Nascimento.Parabens pela historia. Enviado por ludovina maximo - lumaxbr@yahoo.com.br
Publicado em 20/03/2010 Camillo, se é quem estou pensando , sobrinho do Nardão, do Nico, da dona Filó,etc.é gente finíssima. Eu compartilho das suas memórias, foram mais ou menos da mesma época. Um abraço, Jayme.Obs.: peço a sua licença, para colocar este seu lindo post, no meu blog, historiasdopari.wordpress.com Um abraço, Jayme. Enviado por Jayme Ramos - naciwa@gmail.com
Publicado em 01/01/2010 Camilo, lendo sua historia me veio a recordação de velhos tempos,nasci no Tatuape, aos 12 anos mudamos para o Pari,na rua João Boemer,´lá continuei minha historia de vida.O Luzitano era o club que meu marido,já falecido jogava, era um craque segundoOs amigos comentavam,o nelsinho de outras epocas,amigo tb do geraldo pereira já citado em outro comentario. Seu texto me fez muito bem.Parabens. Enviado por Ludovina Maximo - lumaxbr@yahoo.com.br
Publicado em 17/08/2009 Camillo, a muito tempo atrás eu frequentei o bairro do Pari, tive um amigo que morava na Rua Virgilio do Nascimento, chamava-se José Luiz Fins, ele tinha um irmão chamado Sergio e um tio de nome Geraldo Pereira que inclusive chegou a trabalhar na televisão como humorista, jogava no Luzitano, bons tempos, parabéns pelo texto, abraços, Leonello Tesser (Nelinho). Enviado por Leonello Tesser (Nelinho) - lt.ltesser@hotmail.com
Publicado em 13/08/2009 Pari, Camilo Cherrato, sempre foi um bairro simpático, familiar, famílias distintas lá residiam e muitas ainda residem, se bem que em número inferior ao de antes. Bairro bom, com bom comércio. Teve também grandes times na nossa gloriosa várzea, Lusitano, Silva Teles, Vigor, Estrela do Pari, dentre outros. Pari é um bairro que tem boas e bonitas histórias. Aquela pracinha no fim da Cachoeira que você citou, outro ponto pitoresco. Salve o Pari!!! - abraços - Pedro Luiz -. Enviado por Pedro Luiz Boscato - plboscato@uol.com.br
Publicado em 12/08/2009 Do bairro do Pari, me lembro das festas juninas da Portuguesa de Desportos, que fazia suas festas juninas no parque Shangai. a véia que ria a toa era o que mais chamava a atenção. Eu fui dia 22 de julho, o domingo que o Brasil perdeu da Hungria de 4 a 2, e voltou derrotado de mais uma copa do mundo. Enviado por Mario Lopomo - mlopomo@uol.com.br
Publicado em 12/08/2009 Sr.Cheratto, o senhor pode e deve escrever bastante; vários leitores do site reclamam que não aparecem histórias de seus bairros e o Pari é um deles. Escreva mais que a memória de SP agradece. Abraço. Bernardi. Enviado por Ernesto Bernardi - ernestob1144@gmail.com
Publicado em 12/08/2009 Dias inesquecíveis, Camilo, lembranças que, realmente não voltam mais. O modernismo invadiu nosso modo de vida que, digam o disserem, tinha muito mais poesia. Sabe onde está o segredo? está na manipulação de nossos folguedos. Nada de eletrônicas, era só brinquedos e brincadeiras manipuladas, nada de fabricadas. Parabéns, Cheratto.
Laruccia
Enviado por Modesto Laruccia - modesto.laruccia@terra.com.br
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