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Categoria - Nossos bairros, nossas vidas Rua Canindé Autor(a): Carla Caprara Parizi - Conheça esse autor
História publicada em 18/06/2009
São tantas as lembranças do bairro do Pari, talvez Canindé, tenho minhas dúvidas, só sei que morava na Rua Canindé, número 40, ali morava meu pai (Alfio), minha mãe (Cida), minha tia (Ely), meus avós (Moacyr e Angelina), meu irmão (Alfio, mais conhecido como Finho). Sem contar grande parte da minha família que também morava no bairro.

Lembro de alguns amigos que moravam por perto, como Airton, Adalderto, Sandra, Márcia, Sílvia, Ricardo, Rui todo pintado de sardas, descendente de portugueses, Baston, e talvez tantos outros amigos que agora não me recordo tão bem.

Frenquentadora do Clube da Portuguesa, acho que me associei desde 1969, e continuo frequentando, curtindo o restaurante, principalmente sábado à noite, onde ouvem-se fados maravilhosos.

Talvez o que eu mais me lembre dos tempos do Pari era a construção do metrô, a construção da Escola Orestes Guimarães, na Rua Pasteur, as brincadeiras após a Missa aos domingos pela manhã na Praça da Igreja Santo Antônio do Pari, e das Festas Juninas do clube da Portuguesa.

Um fato que marcou muito foi que, antes de morar na Rua Canindé, 40, eu morava na mesma rua muito mais abaixo, perto do Cine Haiti, não sei se alguém se lembra deste cinema. Pois bem, não sei bem em que ano, mas com certeza foi na década de 60, quando acordamos "enfiamos" os pés dentro d’água, nunca vou esquecer, a casa estava cheia de água, e minha mãe tinha sido operada, conclusão, tivemos naquele dia que subir a Rua Canindé transportando a minha mãe em uma grande tábua, até a Rua Canindé, 40, onde só saímos para um bairro da zona norte da capital. Triste não?! Desde aquela época já tínhamos problemas com as enchentes.

Mas sabem o que me dá mais saudade, é das vezes em que ia a pé até o Mercado Municipal com minha querida avó (Angelina).

Saudações!

e-mail do autor: caprara@terra.com.br E-mail: caprara@terra.com.br
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Publicado em 28/06/2012 Carla morei no Canindé sito Rua Padre Vieira, curti muito as festas juninas da Portuguesa, dancei também no Estrela do Pari, conheci seu mano Wagner Caprara, toda turma da Rua Canindé, hoje mora na Brasilandia, más nunca esquecerei do meu querido Canindé. Enviado por Flavio Moreira - flaviomoreira22@yahoo.com.br
Publicado em 07/02/2012 foi uma época realmente especial, com pessoas incrivelmente boas, o Ginasio era referencia em vôlei e basquete mas também com uma sala genial para desenho graças a iniciativa do prof Paiva, , um laboratório equipado, uma professora de música genial como dona Víviina e cercado de tantos problemas como as enchentes constantes e sérios dramas pessoais e familiares...pena que a gente só se da conta depois de tanto tempo...acho que era questão de baixa estima ...ou de repente todos os adolesçente sao assim...o fato e que éramos todos tão jovens, bonitos e do bem! Enviado por Rosana Rattis - Rosanarattis@msn.com
Publicado em 26/07/2011 OLA CARLA EU GOSTEI MUITO DA SUA HISTORIA SABE EU NASCI NA RUA CARNOT 762 ESTUDEI NO INFANT DOM HENRIQUE MINHA VO ERA DONA JULIA MINHA MAE DONA NAIR MINHA BISA DONA MARIA MUITO CONHECIDA NA RUA CARNOT UM BEIJO ........... Enviado por SONIA S C SILVA - SONIALUPRI@HOTMAIL.COM
Publicado em 21/02/2011 Carla viajei no tempo ao ler estas historias do meu querido bairro Caninde, morei na rua Alan Kardec, quando criança e depois na Padre Vieira, curti muito as festas juninas da Portugueza,todos as pessoas que Toninho Silveira comentos eu conheci, pois frequentava o Estrela do Pari, tenho um amigo que sempre encontro com ele no Estrela na epoca das eleiçoes chamase Antonio Carlos Gaba o Gabinha, conheci muito o Wagner Caprara, Pele, Ameriquinho Nega,Alipio, morei nos fundos da padaria Pardal. Enviado por Flavio Moreira Madureira - flaviomoreira22@yahoo.com.br
Publicado em 14/01/2011 Oi Carla, satisfação enorme em saber que existe alguém desta época remota, frequentei aTurma do Haiti na década de 60 e os bailinhos que haviam no bairro, alguns nomes ainda trago na mémoria:
Itamar, Kridão, Caprara, João Japones, Robertinho, Roberto Dias (jogou no São Paulo), Pepito e Pepitinho, Irineu, Alvinho, Vera, Neguinho, ufa acho que meu chip deu pau, hahahaha.
Morei na Rua Carnot e Av.Cruzeiro do Sul e me recordo das grandes enchentes em que o Rio Tamanduatei nos assolava. Valeu bjs.
Enviado por TONINHO SILVEIRA - alquymiaph@br.inter.net
Publicado em 12/11/2010 conheci muito bem as cheias das ruas do canidé
pois trabalhei na fabrica de molas que tinha la
nos anos 60 por favor quem conhecer alguem que trabalhou nessa firma ate os anos 80 por favor
etre em contato comigo eu sou manoel irmaõ do pedro e do tiaõ
Enviado por manoel pereira - miname,pereira36@gmail.com
Publicado em 04/05/2010 Eu, como Carmen Lucia, fui colega de Barbara Parisi entre os anos de 1959 e 1962, no antigo curso ginasial do Ginásio Paulista (do Sr. Lino dona Beatriz). Ela morava na Rua Victpr Hugo quase esquina da Rua Canindé. Tinha um irmão (não me lembro o nome). Foram tempos felizes em que nós iamos às matinées do Cine Rialto, junto com a Marly Pereira Rosas, a
Eleonor Lisa Fernandes e outras. Se você, Carla, for parente da Bárbara, peça para ela escrever. Seria ótimo poder vê-la. Yara A.Gravina Santio
Enviado por Yara A Gravina Santiago - yarasantiago@aasp.org.br
Publicado em 03/01/2010 Tambem tenho sudades da rua madeira nº40 onde vivi
alguns anos com a tia Clementina, Giocondo Caprara, Alfio, Gioconda, Anglina, Dalva. No mesmo
terreno morava o famoso quinzinho e seu irmão portala. Naquela época eu estava para servir o exercito e o Giocongo (Segundo), me deu muita ajuda.Tenho agora 75 anos e ainda tenho saudades da rua madeira nº40. Um abraço de Walter Manocchi.
Enviado por walter manocchi - wal.man@hotmail.com
Publicado em 16/12/2009 Olá Carla. Também morei no Pari na década de 60. Estudei no Colegio Paulista e tinha uma amiga chamada Barbara Parisi. Por acaso é sua parente?
Aproveito para desejar-lhe Boas Festas e Feliz 2010.
Enviado por C ARMEN LUCIA - carmen@themag.com.br
Publicado em 10/12/2009 Como mencionado acima, seu irmão da Carla. Também tenho boas recordações da rua Canindé e do Parí, como já escrevi no Bairro do Pari e minha infância. Lembro muito bem de todos os colegas acima, do Adalberto (Bebeto) do Naason, que morava na rua Carnot, do Rui filho da dona da Pensão. Puxa vida, quanta suadades!Costumava ir com meu pai, Alfio Caprara, também conhecido como Alfinho/Dez-Dez, no campo do Estrela onde ele jogava na ponta esquerda pelo Itamade. Grandes recordações! Enviado por Alfio Caprara Junior - alfio.caprara@uol.com.br