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Categoria - São Paulo da cultura, gastronomia, lazer e oportunidades Mercadão Autor(a): Domingos Ricardo Chiappetta - Conheça esse autor
História publicada em 24/01/2008

O Mercadão, ou Mercado da Cantareira, foi na minha infância a menina dos olhos, como foi também creio de muitas pessoas nesta cidade de São Paulo, minha cidade. Em muitas oportunidades acompanhava meu nonno e também meu pai nas idas às compras que eles realizavam para culinária e gastronomia, com produtos estrangeiros, em diversas bancas, bem como os pescados, aqueles camarões gigantes, os leitões, os cabritos, frangos, as bistecas, os filés, enfim, as verduras fresquinhas que eram comercializadas no mercado das verduras, em frente ao Mercadão, onde os produtores eram os próprios que comercializavam, que depois eram transportados por carregadores em seus carrinhos, de 2 pneus e altura de quase 2 metros. As caixas de tomates, para o molho tradicional para as massas, e o tomate para o molho e tempero para pizzas, pratos estes que eram preparados pela nonna Maria, a minha mãe Lucia, pelo papai Carmine Chiappetta, na querida e saudosa Cantina e Pizzaria Adega do Braz. Mas os produtos expostos nas bancas, e oferecidos para degustação, as azeitonas gregas, chilenas, os camarões secos, os queijos, as frutas secas, enfim, toda aquela maravilha, que até hoje é ponto turístico importante nesta cidade de São Paulo, 454 anos, mas não posso deixar de citar os sanduíches de mortadela, pastéis de bacalhau e toda gastronomia que impera naquele local que recebe milhões de turistas durante o ano, Empório Chiappetta, dos primos Eduardo, Leonardo, Alfredo, da tia Natalina, dos filhos e netos e bisnetos do tio Carlo e Carmine, das bancas dos Zuppo, dos Bianco, dos Capano, dos Saporito, dos Barones, enfim, todos fizeram a história e fatos para a grandeza desta cidade que é São Paulo minha cidade, nesta oportunidade de divulgar nossas lembranças, de um dos lugares que marcou a infância, idos de 50, Mercadão, templo da gastronomia, culinária e turismo.

e-mail do autor: d.chiappetta@uol.com.br

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Publicado em 21/08/2009 Hoje aos 43 anos de idade toda a vez que vou ao Mercadão me recordo dos tempos de infância...que delícia acompanhar meu pai (falecido em 94) na degustação do saboroso lanche de salame!! Isto mesmo, salame...não mortadela como hoje em dia.
E o bacalhau, a família inteira de descendência portuguesa, não deixava nenhum evento sem recorrer ao legítimo bacalhau no Chiapetta.
Me sinto honrado, passado os anos estando fazendo parte desta família _ Mercadão!!!
Meu muito obrigado !!!!!!
Enviado por Alexandre Macedo - alexandre@icicomunicacao.com.br
Publicado em 23/03/2008 Parabéns pela lembrança e não esquecendo da saborosa e linguiça da banca dos Macapani, lembrando o Aquiles que dentro de sua alegria e simpatia divertia os clientes. Enviado por Mary Clair Peron - clairperon@hotmail.com
Publicado em 07/02/2008 Realmente todos nós lembramos do mercadão... bons tempos Enviado por carlos eduardo rosenthal - paulros@terra.com.br
Publicado em 28/01/2008 Ô Domingão,desculpe chama-lo assim,mas só de ler essa história,caso "eu" frequentasse o Templo Gastronomica Mundial(mercadão) já faria parte da estatistica dos obesos. Realmente a "Italianada e Portuguesada" comia,bebia e dançava bem naquela epoca,aliás é um povo festeiro,meus avós s anos ão italianos e portugueses,haja visto q. minha vó tem 108 anos,dia desses fui visita-la e disse-me q.minha tia (85 anos)tinha dado o tal biotonico Fontoura,disse-lhe: vó não é melhor tomar um copo de vinho? Pois quem vier a Sampa e não conhecer o Templo Gastronomico,não conhece o coração de SAmpa,Ah! aqui vai uma sugestão aos amigos,conheçam também o Mercado Municipal de Sorocaba,ali comecei a gostar de mercados,vale a pena. Tive um tio-avô chamado Domingos,morava em Registro,Rod. BR-ll6,ainda era criança,morava na roça pois assim era aquela epoca,italiano gente fina.......
Um abraço
Enviado por vilton giglio - viltongiglio@hotmail.com
Publicado em 25/01/2008 Domingos, O Mercadão foi, e ainda é, o templo sagrado da gastronomia. Bem lembrado. É um dos ícones da Cidade de São Paulo. Enviado por Pedro Nastri - p.nastri@yahoo.com.br
Publicado em 23/01/2008 O Empório Chiapetta é importante parte da história de nosso Mercadão!Que legal, contada por um de seus familiares... Enviado por Luiz S. Saidenberg - saidenberg@ajato.com.br
Publicado em 23/01/2008 É isso ai Chiapetta. Grande e oportunos depoimentos ao Mercadão Da Cantareira, Na qual somos todos fãs. "Saluto a ti e tutti quanti laorato in MERCADONE" (CRUZES,CREDO QUE ITALIANO!, PORCA Miseria. E viva la Itália! Enviado por Clesio de Luca - clesiodeluca@yahoo.com.br.
Publicado em 23/01/2008 Parabéns, Domingos, pelo seu belo texto. O mercadão, sem dúvida, representa uma parte belíssima e altamente enriquecedora da nossa cidade. Quanto ao empório Chiappetta, posso afirmar que é um dos locais mais lindos de São Paulo. Eu tenho aqui, guardado comigo, uma embalagem do empório quando fui ali buscar o magnífico pão italiano. Meus parabéns, abraços, Vera. Enviado por Vera Moratta - vmoratta@terra.com.br
Publicado em 23/01/2008 Chiappettae
Vivi na 25 de março 1277 alguns primeiros anos de minha vida. O mercadão sempre fez parte do meu mundo.A bagunça era grande quando íamos lá fazer compras. Enquanto os meus pais faziam compras minha irmã e eu eramos paparicadas carinhosamente pelas pessoas das diversas bancas. Experimentávamos de tudo principalmente as azeitonas.
O mercadão é esta cidade! E todos que você mencionou fazem parte da história e, sem dúvida merecem ,também ,o nosso carinho e gratidão.
Portanto um grande abraço para os Zuppo, Bianco, Capano, Saporito, Barones, Chiappetta.....
E um especial para você!
Enviado por marciaovando - marcia.ovando@bol.com.br
Publicado em 23/01/2008 Caríssimo Chiappetta, a leitura do seu texto faz mal a saude... a gente engorda alguns quilinhos só na leitura. Se eu morasse ainda na rua do Gasômetro, iria correndo até o mercado pra matar a saudade e eliminar a saliva formada na boca. Adega Do Braz, que saudade... junto com o Castelões, as duas melhores pizzas do mundo numa rua tão pequena como a Jairo Goes.
Os cabritos, as carnes bovinas e suinas, os camarões gigantes, as frutas, lacticínios e frios... aahhh, as favas e o bacalhau do Empório Chiappetta, o mercado era, é e sempre será nossa maior referência gastronômica do Brasil e... quiça de todas as Américas. Agora entâo,,, mama mia, com dois andares, aqueles vitrais riquíssimos, as colunas criadas por Ramos de Azevedo, aquele mundo de gente comprando, comendo, passeando enfim, gozando as delícias de um ambiente alegre, verdadeiro monumento aos apreciadores do melhor que se pruduz em todo Brasil e do mundo. Não esquecendo um detalhe muito importante: modelo pra muitos mercados construidos posteriormente e conservando o que os mega-supercados desprezaram ou seja, o contacto humano, ser servido, conversar, dialogar com quem te atende. Fui vendedor durante mais de 40 anos e posso te asegurar uma coisa: as vendas e compras atuais são todas manipuladas por computadores, geladérrimas, não existe aquele "...bom dia, boa tarde, como vai a família etc. e tal..." Agora, você é cliente de um super-mercado por mais de 20 anos e ninguém te conhece. Outro dia vi o sr. Diniz visitando uma de suas lojas, parei e olhei pra ele, não me reconheceu... atendia, na praça Clovis, na doceira Pão de Açucar, quando eu comprava doces pra levar pra minha noiva, no Cambucí. Por sinal, doces bem chinfrim. Obrigado pelas lembranças, Chiappetta, um abração.
Modesto
Enviado por Modesto Laruccia - modesto.laruccia@terra.com.br
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