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Categoria - Nossos bairros, nossas vidas Doces lembranças Autor(a): Marli - Conheça esse autor
História publicada em 30/07/2007
Bairro do Pari, 1948/1970, local da minha infância, adolescência, onde passei os momentos mais marcantes da minha vida. Momentos esses que hoje relembro com muitas saudades. Morava à Rua Thiers, 94. À noite, as famílias (imigrantes na sua maioria) levavam as cadeiras para a calçada e lá ficavam conversando e nós, crianças, correndo e brincando. O primário, o ginásio, cursados no Ginásio Paulista. Minhas amigas de escola, Cremilda Januzzi, Sônia Barreto, Cleide Gomes de Souza, que nunca mais revi. O "seu" Lino, o diretor, enérgico, organizando as filas no pátio e cuidando para que as meninas não conversassem com os meninos... quanto desafio! A missa das 8 aos domingos na Igreja Santo Antônio, os bailinhos aos domingos a tarde e os bate-papos com a Márcia (Borges, hoje Baise) e a Fátima Capela, minhas grandes e queridas amigas. Quando me mudei, jurei com lágrimas nos olhos que um dia voltaria, não foi possível, mas guardo o Pari dentro do meu coração Hoje, tudo por lá mudou, mas a imagem que tenho é daquele bairro onde nem sempre fui feliz, porém exerceu sobre mim uma magia inexplicável que estará comigo para sempre.

e-mail do autor: marli.rosas@itelefonica.com.br E-mail: marli.rosas@itelefonica.com.br
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Publicado em 27/11/2007 Marli, não adianta , o passado sempre estara presente, o que mais nos lembramos são de coisas bôas, recordar é viver mesmo, quem não tem passado não viveu.
Sou saudisista, como é bom lembrar as coisas bôas que vivemos, não é mesmo ?
Um abraço.
Pilar.
Enviado por Pilar - pilarfernandes@hotmail.com
Publicado em 30/07/2007 Olá Marli, dizem que quem lembra o passado, não vive o presente, GRANDE MENTIRA, o passado, tenha sido bom ou mal, nos compensa e nos recompensa o presente, pois só o fato de relembrar e revivê-lo prova que superamos todos os transtôrnos ali criados. Lembrar é bom ,é viajar e descobrir o quanto crescemos, é rir infantilmente dos êrros cometidos e chorar pelo que deixamos de cometer. As pessoas mudam, o espaço físico muda, porém nossos sentimentos cristalizam passagens inesquecíveis. É bom tomar conhecimento de pessoas que ainda têem coração, como você. Um caloroso abraço. Enviado por Zélio Andrezzo - zelioandrezzo@yahoo.com.br
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